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Polícia Civil prende casal que despachou 9 tabletes de maconha por meio de transportadora em Cáceres

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Nove tabletes de maconha foram apreendidos pela Polícia Civil, em Cáceres, na tarde de quinta-feira (27.09), numa investigação realizada pela Delegacia Especial de Fronteira (Defron). Um casal responsável por despachar um pacote com entorpecentes foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante os trabalhos da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais da Defron receberam informações de que uma encomenda de drogas estava sendo despachada em uma distribuidora com destino ao município de Várzea Grande.

Com base nas informações passadas, os investigadores foram até o estabelecimento, analisaram as encomendas e encontraram uma caixa de papelão média, onde foram localizados nove tabletes de maconha. Em checagem foi constatado que a encomenda tinha como destino a cidade de Várzea Grande.

Em continuidade às diligências, os policiais pegaram imagens de câmeras de segurança da região em que foi possível visualizar o momento em que um veículo chega à transportadora e uma mulher desce seguida do motorista, que pegam a caixa de papelão e entram no estabelecimento.

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Após identificarem o veículo, os investigadores saíram em diligências e conseguiram localizar o carro parado em um bar, onde foi realizada a abordagem dos suspeitos. O casal foi conduzido à Defron e, durante interrogatório, confessaram que estiveram na transportadora para despachar a encomenda ilícita.

Diante dos fatos, os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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