POLICIAL
275 famílias do Daury Riva II recebem hoje (30) títulos de propriedade de suas casas
O prefeito Roberto Dorner entrega, hoje (30), 275 títulos de casas para os moradores do Daury Riva II. A cerimônia será a partir das 18h, no Centro de Eventos Dante de Oliveira. A Prefeitura de Sinop continua trabalhando pela regularização de títulos residenciais da população de conjuntos habitacionais do município. Esse é um momento marcante para as famílias, que finalmente receberão os documentos que garantem a propriedade definitiva de suas casas.
O titular do imóvel deve ter em mãos seus documentos pessoais com foto ou, caso não possa comparecer para retirar o título, seu representante precisa apresentar uma procuração pública. Em abril, 241 famílias do Daury Riva I receberam a documentação regular, garantindo mais segurança jurídica, dignidade, qualidade de vida e certeza de um futuro com mais oportunidades.
Assim como na etapa anterior, para contribuir com a entrega dos títulos, o prefeito Roberto Dorner aprovou a isenção do Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI), recurso facilitador que permite a transferência gratuita do imóvel, isentando as despesas de cartórios para os moradores enquadrados na faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida, do qual o Residencial Daury Riva faz parte.
Com essa importante iniciativa, 516 pessoas, entre moradores do Daury Riva I e II, conquistaram a propriedade definitiva de suas casas. Esse trabalho ocorre paralelo às ações do programa Escritura na Mão, que promove a regularização fundiária de bairros antigos de Sinop perante o Poder Público. No último dia 15, aproximadamente 140 famílias moradoras da Comunidade Águas Claras, receberam das mãos do prefeito Roberto Dorner as tão sonhadas escrituras, com o programa de regularização fundiária “Escritura na Mão”.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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