POLICIAL
Polícia Civil prende casal por tortura de criança de um ano e 11 meses em Tangará da Serra
Assessoria | Polícia Civil-MT
Um casal suspeito de agredir constantemente uma criança de apenas um ano e 11 meses foi preso Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (22.03), em trabalho realizado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá).
A mãe da criança, de 27 anos, e o padrasto de 26 anos, tiveram as ordens de prisão decretadas pela 1ª Vara Criminal da Tangará da Serra pelo crime de tortura.
As diligências iniciaram após denúncia feita pelo Conselho Tutelar à Polícia Civil, sobre um bebê que vinha sendo agredido fisicamente pela mãe e pelo padrasto. De acordo com informações, os vizinhos ouviram os choros da criança, e acionaram o Conselho Tutelar, que estive no local e constatou diversas lesões no corpo e rosto da vítima.
Questionada, a suspeita inicialmente alegou que o bebê havia caído da cama e por esta razão estava machucado. A mulher que está no segundo mês de gestação do terceiro filho foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos, ocasião em que disse que o companheiro havia agredido a criança.
Conforme a delegada responsável pelo inquérito, Liliane Soares Diogo, o padrasto também foi ouvido e afirmou que tanto ele quanto a companheira batiam na criança.
“Diante da materialidade do crime e dos indícios de autoria, representamos pelas prisões preventivas dos suspeitos pelo crime de tortura, sendo as ordens judiciais deferidas pelo Poder Judiciário”, destacou Liliane Diogo.
De posse dos mandados judiciais, os policiais civis foram até a residência do casal no bairro Dona Júlia, onde deram cumprimento ao mandado de prisão contra o casal. Eles foram conduzidos até a DEDM para as providências cabíveis e posteriormente colocados à disposição da Justiça.
O bebê agredido foi entregue pelo Conselho Tutelar ao avô materno, responsável pela guarda da criança, o qual já cuida de outro filho da agressora de 6 anos de idade.
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

-
POLICIAL6 dias atrásOperação Mandato Espúrio mira ex-dirigentes do IMAFIR-MT por transferências suspeitas de mais de R$ 1 milhão
-
POLICIAL6 dias atrásEx-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
-
POLICIAL6 dias atrásPolícia apreende coleção de Rolex com suplente de deputado durante operação em Cuiabá
-
POLÍTICA MT4 dias atrásJanaina se revolta com PL do sogro e admite: “Se soubesse, poderia ter saído independente” – veja entrevista
-
POLÍTICA MT7 dias atrásCGE esclarece regra acerca da permanência no estacionamento do órgão público de veículo com adesivo Eleitoral
-
POLÍTICA MT3 dias atrásJustiça manda soltar empresária de Cuiabá presa em operação da PF que investiga tráfico internacional
-
POLÍTICA MT4 dias atrásDilmar detona Wellington Fagundes, diz que senador “nunca fez nada por MT” e declara apoio a Pivetta
-
POLÍTICA MT7 dias atrásCapivara Play faz sátira com Janaina Riva “Djogando” com eleitores de Lula e Bolsonaro – veja o video

