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Polícia Civil investiga estupro de vulnerável contra adolescente de 13 anos em Confresa

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A Delegacia da Polícia Civil de Confresa instaurou um inquérito para apurar ocrime de estupro de vulnerável que teria sido cometido por um suspeito de 64 anos contra uma adolescente de apenas 13 anos de idade.

O caso veio à tona quando a mãe da vítima procurou a unidade da Polícia Militar do município, nesta sexta-feira (28.07), e relatou que sua filha havia sido vítima de abuso sexual cometido pelo suspeito. Diante da gravidade das acusações, a Polícia Militar prontamente localizou o suspeito e o conduziu à delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos.

No interrogatório realizado pelo delegado Victor Donizete Oliveira, o suspeito optou por permanecer em silêncio. Devido à ausência de flagrante, ele foi liberado após a conclusão do procedimento na delegacia.

Visando garantir a segurança da vítima, a Polícia Civil requereu uma medida protetiva para protegê-la de contato ou aproximação por parte do suspeito durante as investigações.

O Conselho Tutelar do município foi prontamente comunicado para prestar acompanhamento especializado à adolescente e sua família, a fim de garantir que seus direitos e bem-estar sejam respeitados durante todo o desenrolar do processo.

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“A Polícia Civil adotou as medidas pertinentes a fim de que a vítima receba todo o apoio necessário nesse momento difícil. As informações sobre o inquérito serão preservadas e rigorosamente apuradas e os procedimentos legais serão seguidos para que se chegue à conclusão dos fatos e à responsabilização, caso sejam comprovadas as acusações contra o suspeito”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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