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Polícia Civil entrega 500 cestas básicas para famílias participantes de projeto social em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Regional de Barra do Garças, em ação do Projeto Educação e Segurança nas Escolas e Natal Solidário, realizado em parceria com a Prefeitura Municipal e Rotary Club,  entregou 500 cestas básicas a famílias que possuem filhos matriculados na Escola Municipal Delice Farias, localizada no Bairro São José.

Contemplada pelo projeto, a direção da Escola Delice Farias, recebeu os mais de 10.000 quilos de alimentos e, com a ajuda dos professores e coordenadores, distribuiu as cestas às centenas de famílias que possui seus filhos matriculados na escola e são cadastradas em programas sociais do Governo Federal.

 O projeto Educação e Segurança nas Escolas foi idealizado pela Polícia Civil no município de Barra do Garças em parceira com a Prefeitura Municipal e neste ano de 2022 foi aplicado na Escola Delice Farias, visando prevenir episódios de violência e resgatar crianças e adolescentes das vulnerabilidades sociais.

Durante a execução do projeto em 2022, foram feitas palestras orientativas, produções teatrais, culturais, artísticas, reforma da quadra poliesportiva, reforma dos banheiros e vestuários, realização da 1ª Copa Delice farias, que envolveu as modalidades de vólei e futsal (masculino e feminino).

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A entrega das 500 cestas básicas marcou o encerramento do ano letivo e das atividades do projeto na escola. Na tarde de quinta-feira (22.12), pais ou responsáveis compareceram à unidade escolar para retirar sua cesta básica e também receber os boletins escolares das crianças.

Segundo o delegado regional de Barra do Garças, Wilyney Santana Borges Leal, cada família foi contemplada com uma cesta básica que foi doada por parceiros do projeto. “Dava para ver a felicidade no rosto de cada pai/mãe ao receber a cesta básica para passar a ceia de natal com mais dignidade. É sempre muito gratificante poder ajudar o próximo”, destacou.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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