POLICIAL

Dois adolescentes ligados a facção são apreendidos como suspeitos de sequestro em Tangará da Serra

Policiais militares do 7º Comando Regional apreenderam, na noite desta terça-feira (3.3), dois adolescentes, de 17 anos, integrantes de uma facção criminosa, suspeitos por sequestro mediante tortura, em Tangará da Serra (252 km de Cuiabá).

Conforme boletim de ocorrência, os militares foram acionados, após denúncia da ação criminosa, em um armazém de grãos, às margens da MT-358. A vítima relatou que trabalha e reside no local.

O homem contou que foi surpreendido por três suspeitos armados com facas. O grupo o levou para uma plantação de milho do outro lado da rodovia e amarrou suas mãos. Ele permaneceu no local por mais de 1 hora, sob constantes ameaças de morte.

Os suspeitos afirmavam que a vítima pertenceria a uma facção rival, enquanto perguntavam de um outro colaborador que também trabalhava no local. Neste momento, apareceram cerca de oito suspeitos, que invadiram o armazém em busca de possíveis desafetos.

Ao chegarem ao alojamento, funcionários do local reagiram às agressões. Durante a confusão, a vítima conseguiu se soltar. Dois integrantes da quadrilha foram contidos até a chegada dos policiais militares.

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Os outros envolvidos fugiram para a plantação de milho e não foram localizados até o momento. Os policiais militares mantêm rondas em busca dos suspeitos. Após a condução dos menores, uma equipe do Conselho Tutelar foi acionada. Os envolvidos foram encaminhados à delegacia para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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