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Polícia Civil desarticula pontos de tráfico de drogas em Ribeirão Cascalheira

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A Polícia Civil desarticulou dois pontos de venda de entorpecentes e prendeu duas pessoas, na tarde de sábado (9.8), no município de Ribeirão Cascalheira (900 km a leste de Cuiabá), durante diligências para averiguar uma denúncia anônima.

Na ação foram apreendidas várias porções de drogas e dinheiro. Um homem, de 29 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Já o menor, de 14 anos, responderá ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.

As diligências iniciaram após informação de que havia certa quantidade de droga enterrada em uma área de mata situada nas proximidades do bairro Setor Tangará., razão pela qual o local passou a ser monitorado.

No decorrer da vigilância foi avistado quando um indivíduo em uma motocicleta, estacionou no local e entrou numa região de mata. Ao ser reconhecido por integrar uma facção criminosa, foi dada ordem de parada, mas o homem quebrou o celular, arremessou o aparelho no mato e tentou empreender fuga.

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No entanto, o suspeito foi contido no cerco policial. Na ocasião também foi verificado que a motocicleta apresentava sinais de adulteração, pois a placa não correspondia às características físicas do veículo, constatando se tratar de veículo clonado.

Na sequência a equipe foi até a residência do suspeito onde apreenderam diversas porções de maconha. Os investigadores passaram a observar outra casa nas proximidades com movimentação suspeita de prática ilícita.

Ao se aproximar do imóvel, o adolescente, de 14 anos foi surpreendido na posse de mais porções de pasta base de cocaína, crack, maconha, além de R$ 1,3 mil em dinheiro. No momento da abordagem, um rapaz que também estava no endereço conseguiu fugir pelo fundo da casa.

Diante dos fatos, o maior e o menor de idade, foram encaminhados para a Delegacia de Ribeirão Cascalheira, e ouvidos pelo delegado Diogo Jobane. Os conduzidos foram autuados em flagrante e ato infracional, respectivamente, sendo colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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