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Polícia Civil cumpre prisão de homem que ameaçou o próprio filho para reatar com a ex-mulher

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Um homem, que descumpriu medida protetiva imposta pela Justiça e chegou a ameaçar o próprio filho para exigir que a ex-companheira reatasse o relacionamento, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (06.10), em ação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande.

O suspeito estava com o mandado de prisão preventiva decretado pela 2ª Vara Criminal de Cacoal (RO), por descumprimento de medida protetiva decretada pela Vara Especializada.

Segundo informações dos autos da prisão preventiva, a mãe havia permitido que o filho do casal, de três anos, passasse uns dias com o pai em Várzea Grande, porém o suspeito se aproveitou disso para começar a ameaçá-la, usando a criança, para exigir a reconciliação.
Entre as ameaças para aterrorizar a vítima e exigir que ela reatasse o relacionamento, o suspeito apontou uma faca contra a criança e dizendo “Se eu fizer algo com ele, você volta correndo, né?”.

Assim tomou conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da DEDMCI-VG foram até a residência do suspeito no bairro Noise Curvo em Várzea Grande, onde deram cumprimento a prisão preventiva e a busca e apreensão do menor, que foi entregue ao Conselho Tutelar, para posterior restituição à mãe.

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Fonte: PJC MT

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Vídeo mostra prisão de Angeliquinha sob forte escolta policial na Bolívia

Foragida de Mato Grosso foi localizada em Santa Cruz de la Sierra após mais de um ano e apresentada às autoridades bolivianas

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Um vídeo divulgado após a prisão de Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, mostra o momento em que ela é conduzida sob forte escolta policial em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. As imagens registram agentes armados durante a operação e a apresentação da mulher diante de autoridades locais.

No início da gravação, policiais aparecem em frente a um imóvel durante a movimentação que antecedeu a condução da foragida. Em seguida, Angeliquinha é vista com as mãos contidas e cercada por agentes enquanto é retirada do local. Ela também aparece diante de autoridades bolivianas, acompanhada por policiais da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN). 

A prisão ocorreu na terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, após uma ação conjunta entre investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso e autoridades bolivianas. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angeliquinha foi localizada em via pública, e não dentro da residência onde estava vivendo. 

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Durante a abordagem, segundo a Polícia Civil, ela apresentou um documento brasileiro falso com identidade diferente. A identificação facial e informações repassadas previamente às autoridades permitiram confirmar a identidade da mulher. 

Angeliquinha estava foragida desde 17 de agosto de 2025, quando escapou da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Após a captura, a Polícia Civil abriu uma nova frente de investigação para apurar a atuação dela durante o período em que permaneceu na Bolívia. 

De acordo com o delegado, Santa Cruz de la Sierra é considerada uma região estratégica para organizações criminosas brasileiras. A investigação deverá analisar dados telemáticos para verificar quais atividades Angeliquinha teria desempenhado durante o período em que esteve escondida no país.

A Polícia Civil afirma ainda que ela teria mantido contato com integrantes de uma facção criminosa e continuado exercendo influência sobre atividades do grupo mesmo enquanto estava foragida. Essas informações fazem parte da investigação conduzida pelas autoridades. 

Segundo a Polícia Civil, Angeliquinha possui condenações que, somadas, ultrapassam 260 anos de prisão e tinha seis mandados de prisão em aberto. Entre as condenações está uma pena de 99 anos e 11 meses relacionada a homicídios, ocultação de cadáver e organização criminosa. 

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Após a prisão, ela permanece submetida aos procedimentos legais das autoridades bolivianas antes de ser encaminhada ao Brasil para o cumprimento das determinações judiciais. 

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