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Polícia Civil cumpre mais sete mandados em operação contra faccionados em Rosário Oeste

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rosário Oeste, cumpriu na manhã desta sexta-feira (9.5), mais sete ordens judiciais, em mais uma fase da Operação Inter Partes, deflagrada contra suspeitos de envolvimento em homicídios praticados por uma facção criminosa no município.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e quatro de prisão contra integrantes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram decretadas pelo pela Comarca de Rosário Oeste com base em investigações da Polícia Civil que levantaram indícios do envolvimento dos suspeitos nas mortes recentes na cidade.

Com o cumprimento das ordens judiciais desta sexta-feira, nesta semana os trabalhos da Polícia Civil totalizam 11 prisões e oito mandados de busca e apreensão cumpridos em Rosário Oeste.

Operação

Os trabalhos da operação iniciaram na terça-feira (6), quando foram cumpridas onze ordens judiciais contra a facção criminosa envolvida em diversos crimes no município de Rosário Oeste, em especial tráfico de drogas, homicídios e extorsões a comerciantes.

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Na ocasião, além da prisão dos suspeitos, foram apreendidas 164 porções de pasta base, 64 embalagens zipadas com skunk, 140 pinos de cocaína e R$ 18,9 mil em dinheiro.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Atuação da facção

As investigações apontaram que os homicídios estão relacionados à facção criminosa, que decreta mortes e executa as vítimas que não seguem as ordens ou não aceitam se associarem ao grupo criminoso.

Nas investigações, também foi identificado que a facção atua com extorsões praticadas contra empresários e seus estabelecimentos comerciais, que são obrigados a pagar valores para que seus comércios não sejam alvos de furtos e até mesmo incêndios criminosos.

O delegado de Rosário Oeste, Mauro Perassolli Filho, destacou que a operação mantém o compromisso da Polícia Civil de zelar pela sociedade e garantir a ordem pública. “As investigações seguem em andamento para reprimir os crimes graves e garantir a paz social”, enfatizou.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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