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Polícia Civil cumpre dois mandados judiciais contra investigado por violência doméstica

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Cinco armas de fogo foram apreendidas pela Polícia Civil, e um foragido da Justiça preso, na quarta-feira (18.3), em Pontes e Lacerda, na Operação Marias deflagrada para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar.

O trabalho é continuidade da Operação Legado de Maria, realizada pela Polícia Civil em alusão ao Mês da Mulher, para cumprir mandados de prisão contra pessoas investigadas por violência doméstica e familiar.


A Delegacia de Pontes e Lacerda foi acionada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, acerca de um mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão em três endereços, sendo um deles na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Diante das informações repassadas pela DEDM de Cuiabá, os policiais civis iniciaram as diligências para cumprimento simultâneo das ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra Mulher da Comarca de Cuiabá.


O homem alvo do mandado de prisão, de 54 anos, foi preso no bairro Bela Vista, em Pontes e Lacerda. Além da prisão preventiva, o homem foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo.

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No outro endereço vinculado ao suspeito, que fica na zona rural de Vila Bela da Santíssima Trindade, foram realizadas buscas e localizadas cinco armas de fogo, três de calibre restrito e duas de calibre permitido.


Na ocasião foi verificado que duas armas eram do proprietário investigado por violência doméstica, e três pertenciam ao caseiro do imóvel rural. Razão pela qual este também foi conduzido para esclarecimentos junto com o armamento apreendido.

A Polícia Civil reafirma o seu compromisso no combate aos crimes contra a mulher e familiar, atuando com prioridade no enfrentamento à violência de gênero.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Grávida de quatro meses denuncia companheiro após ser agredida e ameaçada em MT

Mulher de 24 anos relatou ter levado quatro socos durante uma discussão e buscou ajuda de familiares antes da chegada da Polícia Militar

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Uma mulher de 24 anos, grávida de quatro meses, denunciou o companheiro, de 23, após relatar ter sido agredida e ameaçada dentro da residência onde o casal morava, em Ipiranga do Norte, a cerca de 438 quilômetros de Cuiabá. O caso aconteceu na tarde de segunda-feira (21).

Segundo o boletim de ocorrência, a discussão teria começado depois que o homem pegou o celular da companheira e encontrou algo que teria desagradado a ele. Conforme o relato da vítima, o suspeito passou a ofendê-la e, enquanto ela preparava comida na cozinha, teria se aproximado por trás e desferido dois socos na região das costelas.

Assustada, a mulher correu para o banheiro e se trancou. Do lado de fora, segundo o relato registrado pela polícia, o companheiro continuou com as ofensas e teria ameaçado agredi-la caso ela deixasse o cômodo. Em determinado momento, ele teria dado um prazo para que ela saísse e ameaçado arrombar a porta.

Depois de deixar o banheiro e começar a se vestir no quarto, a vítima afirmou que voltou a ser agredida, desta vez com dois socos na região da nuca. Ao todo, ela relatou quatro agressões físicas. 

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A mulher então pediu ajuda à mãe e ao avô do companheiro. Conforme o depoimento, o avô permaneceu ao lado dela enquanto ela reunia seus pertences para deixar a residência. O homem, por sua vez, teria continuado exigindo que ela deixasse o imóvel e fazendo ameaças.

A Polícia Militar foi acionada e chegou à residência, localizada na Rua dos Cajus, por volta das 16h25. O suspeito foi localizado e conduzido ao Núcleo da Polícia Militar. Posteriormente, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil de Sorriso para as providências necessárias. 

De acordo com o registro policial, não foram identificadas lesões aparentes na vítima ou no suspeito, e os dois recusaram atendimento médico. A mulher manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência.

O caso foi registrado como tortura, conforme a tipificação indicada no boletim de ocorrência, e deverá ser investigado pela Polícia Civil. 

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