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PM recupera carga de seoja avaliada em R$ 150 mil e apreende carreta com sinais de adulteração

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Policiais militares do 2º Batalhão em Barra do Garças (509 km de Cuiabá) impediram um golpe que seria aplicado em uma carga de soja e apreendeu uma carreta com sinais de adulteração, nesta quarta-feira (23.03). A carga de grãos recuperada foi avaliada em R$ 150 mil.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM foi acionada por funcionários de uma transportadora. No local, as vítimas informaram que um homem chegou ao local com uma carreta e se apresentou como funcionário de outra empresa, dizendo que estava ali para realizar o carregamento de aproximadamente 51 toneladas de soja.

Durante o carregamento da carga, os responsáveis do local perceberam que o suspeito apresentava nervosismo e a todo momento perguntava o tempo que faltava para a sua liberação com a carga, atitude essa que chamou a atenção dos funcionários, que acionaram a Polícia Militar.

Na empresa, os policiais encontraram a Carteira Nacional de Habilitação deixada pelo suspeito e perceberam sinais de adulteração no documento. Em checagem ao veículos os PMs descobriram que as placas não condiziam com o chassi. Os policiais encontraram ainda placas de outros veículos escondidos na cabine da carreta.

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Contatada, a empresa citada pelo suspeito informou que o motorista responsável pelo carregamento da carga seria uma terceira pessoa e não o envolvido.

A carga avaliada em aproximadamente R$ 150.000,00 foi retida e encaminhada para a Delegacia da cidade, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Em diligências, o suspeito não foi localizado, mas as equipes policiais continuam em buscas para capturar o criminoso.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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