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Integrante de facção criminosa é preso pela PM após invadir e ameaçar funcionárias de casa de apoio

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Equipes militares do 5º Batalhão prenderam um homem que invadiu uma casa de apoio às mulheres, na noite desta terça-feira (24.6), em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). O suspeito seria integrante de uma facção criminosa e já possuí 28 passagens criminais por crimes diversos no município.

Segundo boletim de ocorrência, as funcionárias do local acionaram os policiais militares para se deslocarem até o abrigo localizado no bairro Vila Operária. As vítimas contaram que não é a primeira vez que o suspeito invade o estabelecimento.

Os policiais foram informados ainda que, desde que a ex-esposa dele ficou aos cuidados do abrigo, o suspeito vem causando diversos transtornos e ameaças de morte contra a equipe gestora. Na noite desta terça-feira, o homem invadiu o imóvel pelo muro, quebrou fechaduras e cadeados da casa de apoio. Além disso, ele ainda ateou fogo no padrão de energia.

O suspeito escreveu uma carta para as funcionárias alegando ser integrante de uma facção criminosa e que iria invadir suas residências, caso não liberasse a ex-mulher dele.

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Após a denúncia, os policiais intensificaram o policiamento na região e foram até a casa do suspeito, localizada no bairro Rosa Bororo. No entanto, o suspeito foi encontrado dentro de um veículo modelo Uno, nas proximidades da residência.

Ao perceber aproximação dos policiais, o homem fugiu em alta velocidade, pulando canteiros e calçadas. Durante o trajeto, o homem abandonou o veículo e seguiu a pé em direção a um matagal, sendo detido em seguida.

Os militares identificaram que ele possuía diversas passagens criminais, desde 2016 por ameaça, lesão corporal, furtos, receptação, uso ilícitos de drogas, perturbação de tranquilidade, entre outros. Ele foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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