POLICIAL

Homem é preso após manter familiares reféns e ameaçar matá-los em Lucas do Rio Verde

Publicados

em

Equipes militares do 1º Pelotão prenderam um homem suspeito de manter a família em cárcere privado, além de ameaçar a esposa e o próprio pai de morte, na noite deste domingo (23.11), no município de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá). O denunciado foi contido por testemunhas em visível estado de embriaguez.

Os policiais militares receberam informações sobre um caso de violência doméstica, no bairro Bandeirantes. Uma mulher relatou ser a esposa do suspeito e que passaram o dia ingerindo bebidas alcoólicas, durante uma confraternização.

Ela ressaltou que o homem sempre fica alterado e agressivo. Em certo momento, o denunciado passou a proferir ameaças de morte contra a vítima e ao próprio pai, utilizando uma arma de fogo e que após os homicídios, tentaria contra a própria vida.

Durante a situação, o suspeito trancou as vítimas e demais familiares nos fundos da residência. Em seguida, saiu da casa em uma caminhonete modelo Amarok, em alta velocidade. As vítimas conseguiram fugir e pediram ajuda.

O indivíduo retornou a casa com o veículo batido e proferindo novas ameaças de morte, sendo contido por testemunhas, até a chegada dos policiais militares. A mulher ressaltou que está casada há 12 anos e que constantemente é agredida pelo marido.

Leia Também:  Forno industrial furtado de comércio é recuperado pela Polícia Civil com autora do crime

Em busca veicular, os militares localizaram duas munições calibre .38 e uma faca, escondidas na porta do motorista. No entanto, não foi encontrado nenhuma arma de fogo. O homem foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Forno industrial furtado de comércio é recuperado pela Polícia Civil com autora do crime

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil prende casal que comercializava cocaína batizada em casa no centro de Cuiabá

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA