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Força Tática liberta vítima de sequestro e recupera veículo roubado em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional libertaram um jovem, de 19 anos, vítima de roubo e sequestro, nessa segunda-feira (15.04), em Várzea Grande. Na ação, um veículo Polo roubado pelos criminosos foi recuperado.

Por volta de 17h, a Força Tática recebeu denúncia de uma mulher de que o filho havia sido sequestrado, no Centro de Várzea Grande. Ela disse que estava saindo de uma academia com a vítima quando, ao entrarem no veículo Polo branco, foram rendidos por dois criminosos armados.

As equipes policiais iniciaram as diligências e solicitaram apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) para as buscas. O veículo foi visto circulando em alta velocidade próximo a um condomínio em construção, em direção ao bairro Coophema, em Cuiabá.

Em determinado momento, os criminosos abandonaram a vítima em uma região de mata e continuaram a tentativa de fuga. Minutos depois, o carro foi cercado pelas forças policiais e os suspeitos iniciaram o confronto armado com disparos contra a PM, que revidou a ação, atingindo os criminosos que vieram a óbito no local.

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Os militares continuaram as buscas e localizaram a vítima, que ainda estava na mata. O jovem afirmou que durante o trajeto os criminosos ordenaram que ele realizasse transferências via pix, em altos valores, e que o ameaçavam e o agrediam.

No local do confronto, o veículo Polo foi periciado pelas autoridades competentes e entregue de volta às vítimas do roubo. O caso foi registrado na Central de Flagrantes de Cuiabá.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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