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Polícia Civil indicia autor de tentativa de homicídio contra namorado de ex-companheira

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), concluiu nesta quinta-feira (22.06), o inquérito policial instaurado para que apurar os crimes de tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo, ocorrido no mês de maio, no município.

O suspeito, Nilton César de Camargo, 45 anos, teve o mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça, porém não foi localizado e é considerado foragido.

O crime ocorreu no dia 24 de maio de 2023, no bairro Dom Oscar Romero, ocasião em que o suspeito utilizando de arma de fogo, efetuou diversos disparos de arma de fogo contra a vítima, que só não veio a óbito por circunstâncias alheias à vontade do investigado.

A vítima foi socorrida e encaminhada para o atendimento médico. Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da DHPP iniciou as investigações, sendo apurado que o crime teria motivação passional, uma vez que o investigado não aceitava o relacionamento amoroso da vítima com a sua ex-companheira.

Segundo a delegada responsável pelas investigações, Karla Peixoto Ferraz, as investigações apontam que o suspeito vinha reiteradamente perseguindo e ameaçando o casal. “Diante da personalidade violenta, do suspeito a ex-companheira dele e o seu atual namorado vivem acuados e amedrontados”, disse a delegada.

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Diante das evidências, a delegada representou pelo mandado de prisão e busca e apreensão contra o suspeito, que foi deferido pela Justiça. Nas buscas na casa do investigado foram encontradas munições e um coldre.

O investigado encontra-se foragido e qualquer informação que possa levar ao seu paradeiro pode ser passada pelo número 197 ou ao telefone da DHPP de Rondonópolis (66) 9 9994-5623 ou (66) 9 991-3598.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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