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Força Tática apreende armas, munições e prende suspeito por comercialização e porte ilegal

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Policiais militares da 26º Companhia Independente de Força Tática apreenderam, na noite desta quarta-feira (14.02), um revólver calibre .22, duas espingardas, sendo uma calibre .20 e outra .22 e trinta e seis munições, no bairro Jardim Violeta, em Sinop. Com o armamento, as equipes prenderam integrante de organização criminosa por porte ilegal e direção perigosa.

Os policiais receberam informações de que um homem, em uma motocicleta Yamaha Lander, estaria comercializando armas de fogo e munições para uma facção criminosa no município.

Conforme a denúncia, o suspeito faria uma nova venda em um bar localizado na Avenida dos Ingás, no cruzamento com a Rua das Jussaras. O homem teria um depósito de armas em sua residência, na Estrada Monaliza.

As equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram o suspeito em um veículo. Ao perceber a presença dos policiais, ele saiu em alta velocidade, realizando diversas manobras perigosas, pelo bairro Jardim das Violetas.

Durante a fuga, o suspeito dispensou um revólver calibre .22. Em certo momento, ele foi detido pelos policiais militares. Questionado sobre a denúncia, o homem confessou que havia diversas armas de fogo em sua residência.

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Os militares da Força Tática se deslocaram até o endereço informado e encontraram no quarto do suspeito armas e munições. O suspeito e o armamento foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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