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Duas vítimas de golpe pela internet tem valores restituídos em ações distintas da Polícia Civil

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Duas vítimas de golpes cometidos pela internet tiveram os valores recuperados pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (20.06), em trabalhos distintos realizados pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), um deles em parceria com a Delegacia de Paranatinga.

Nas ações foram recuperados aproximadamente R$ 2,4 mil que foram subtraídos das vítimas por meio dos golpes.

No primeiro caso, as investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Paranatinga relatando que havia caído no golpe do falso perfil do whatsapp. Para aplicar o golpe, o suspeito se passou por filho da vítima e disse que estava na estrada e precisa de dinheiro para pagar o conserto do seu celular.

Cerca de 20 minutos após a transferência, o golpista pediu mais dinheiro, momento em que a vítima desconfiou da conduta e ligou para o filho, descobrindo que havia caído em um golpe.

Após a comunicação, os policiais da Delegacia de Paranatinga entraram em contato com a equipe da DRCI, que com apoio do setor antifraudes do banco conseguiu o bloquei de R$ 1 mil transferidos.

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O segundo caso também foi realatado nesta segunda-feira (20) em Cuiabá quando a vítima procurou a DRCI comunicando que viu o anúncio de uma motocicleta em uma rede social da internet e se interessou pela compra do veículo.

A vítima fez a negociação com o suspeito que se apresentou como funcionário da proprietária do veículo. Com base no acordado, a vítima fez a transferência do valor para a conta indicada pelo suspeito, descobrindo posteriormente que havia caído em um golpe.

Diante do informado, a DRCI agiu rapidamente conseguindo o bloqueio de R$1.375,90 do valor subtraído da vítima.

Após algumas providências de praxe, os valores serão restituídos para as vítimas. As investigações seguem em andamento para identificar os autores do crime.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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