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Condenados por homicídio foragidos da Justiça são presos pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Dois homens condenados pela Justiça pela prática de homicídio qualificado tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (07.06), em ações distintas realizadas pela equipe policial da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

A primeira ordem de prisão contra o foragido F.S.L., de 29 anos de idade, foi cumprida no início da manhã, sendo o suspeito surpreendido pelos policiais da DHPP trabalhando na obra de um condomínio.

O preso estava com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis por condenação a 16 anos e 06 meses de reclusão pelo crime de homicídio que vitimou Alex Souza de Lara, de 31 anos.

O crime ocorreu no dia 22 de maio nas proximidades da feria na Vila Operária, ocasião em que a vítima foi alvejada por arma de fogo.

A segunda prisão foi cumprida contra B.R.A., de 84 anos, em uma casa de apoio no município. O idoso estava com a ordem de prisão por condenação a pena de 12 anos e 08 meses de reclusão pelo homicídio de Anilori Rener, de 43 anos.

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O fato ocorreu no dia 07 de março de 2022, no bairro Carlos Bezerra II, em Rondonópolis. A vítima era funcionária da Energisa quando foi realizar a leitura do medidor de energia foi atingida por dois disparos de arma de fogo, um na região do tórax e outro no abdômen e, embora tenha recebido atendimento médico, não resistiu aos ferimentos e faleceu posteriormente.

Após terem as ordens judiciais cumpridos, os presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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