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Autores de roubo em que vigilante foi agredido são presos em flagrante pela Polícia Civil

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Dois criminosos envolvidos em um roubo ocorrido na madrugada de sexta-feira (07.10) em uma empresa de engenharia em Várzea Grande foram presos em flagrante pela Polícia Civil, poucas horas após o crime, em ação realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG).

As investigações iniciaram logo após a equipe da Derf ser acionada sobre o roubo, em que aproximadamente cinco homens armados renderam o vigilante da empresa para entrar no local. No roubo, os assaltantes subtraíram grande valor em dinheiro, notebooks, além de vários materiais de construção.

Durante todo o tempo em que permaneceram na empresa, os criminosos agrediram o vigilante de 62 anos com tapas, além de torturar e fazer diversas ameaças, chegando a colocar a arma de fogo dentro da boca da vítima.

Nas diligências para apurar os fatos, os policiais da Derf-VG conseguiram identificar um dos suspeitos envolvidos no crime, que no momento do roubo estava usando uniforme do gari. O suspeito possui passagens anteriores por tráfico de drogas e era monitorado por tornozeleira eletrônica.

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Diante da informações, a equipe da Derf-VG foi até a residência do suspeito, que no momento da abordagem tentou empreender fuga, mas acabou detido. Questionado, ele confessou a participação no roubo e disse que parte dos objetos foi vendida, e outra parte estava em posse de um dos seus comparsas.

Em continuidade as diligências, os policiais seguiram até a casa do segundo suspeito, onde apreenderam diversos materiais roubados da empresa, além de duas armas de fogo, tipo revólver calibre 22, munições e um simulacro de pistola. Um dos notebooks subtraídos também foi recuperado.

Diante dos fatos, os dois suspeitos foram conduzidos à Derf-VG, onde após serem interrogados pela delegada Elaine Fernandes de Souza, foram autuados em flagrante pelo crime de roubo majorado pelo concurso de pessoas e emprego de arma de fogo.

“É um crime extremamente grave, que deixou a vítima muito abalada em decorrência das agressões e torturada psicológica praticada pelos criminosos”, disse a delegada.

As investigações seguem em andamento para identificar e prender os outros envolvidos no crime. 

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Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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