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Polícia Civil prende seis investigados por roubos e furtos em Sinop

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Em ação de combate a crimes contra o patrimônio, seis investigados por roubos e furtos foram presos pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos (DERF) durante cumprimento de mandados de prisão realizados nesta semana, no município.

Entre os presos está um acusado de 39 anos, que foi localizado após denúncia de que um grupo de pessoas estava monitorando uma loja na Avenida Tarumãs. Após a abordagem, a equipe da Derf identificou que um deles estava usando nome falso e tinha uma condenação a 16 anos de prisão, por roubo, furto, receptação, corrupção de menores, no Paraná, e estava residindo em Sinop.

Outro investigado, de 23 anos, estava com a prisão decretada pela Comarca de Sinop e responde a inquérito por três furtos a residência e comércio na cidade. Ele possui longo histórico policial, com 20 passagens criminais por furto, três por tráfico de drogas e duas por roubo.

Outro criminoso, de 45 anos, investigado por roubo qualificado com emprego de arma de fogo, cárcere e ameaça foi preso em sua residência durante cumprimento de um mandado de prisão expedido pela Comarca de Sorriso.

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Também foi preso um pedreiro, que usava identidade falsa para continuar morando na cidade, e estava com mandado de prisão por tráfico de drogas em aberto.

Além disso um casal foi preso comercializando na internet um conjunto de rodas que foi furtado dias antes. O homem também era o mesmo que furtou uma joalheria, em janeiro deste ano, e causou um prejuízo avaliado em R$ 50 mil.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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