POLÍCIA FEDERAL
PF atua contra abuso sexual infantojuvenil no Pará
Itaituba/PA. A Polícia Federal deflagrou, nessa quinta-feira (9/7), a Operação Strix Virgata V, com o objetivo de apurar o armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil na internet.
Ação cumpriu mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal, na cidade de Itaituba. O aparelho telefônico apreendido do investigado será submetido à perícia, para coletar provas, aprofundar as investigações e identificar eventual participação de outras pessoas.
A operação partiu de informações encaminhadas pelo National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) e repassadas às autoridades brasileiras por meio dos canais de cooperação internacional.
As investigações identificaram oito relatórios do NCMEC relacionados ao mesmo usuário. Os registros apontam o armazenamento, em plataforma digital, de 144 arquivos contendo cenas de abuso sexual infantil.
O investigado poderá responder, conforme o resultado das apurações, pelo crime de armazenamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes, sem prejuízo da apuração de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer da investigação.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.
Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected]
@pf.para
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo
Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.
O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.
Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.
As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.
A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.
Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.
Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.
Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.
A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.
Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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