BOLSONARO ESTÁ PRESO

Wellington questiona liberdade no 7 de Setembro e cobra “Brasil passado a limpo”

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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) aproveitou o 7 de Setembro para questionar o atual cenário político brasileiro e defender que o país seja “passado a limpo”. Em discurso marcado pela defesa de Jair Bolsonaro e por críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), Wellington colocou a liberdade e a democracia no centro de sua mensagem sobre a Independência.

“Hoje é o dia de 7 de Setembro. É o dia da Independência do Brasil. Mas olha, que independência é essa?”, questionou Wellington durante entrevista à Rádio Agro FM, de Lucas do Rio Verde. Para o candidato, a celebração da Independência precisa estar acompanhada da garantia efetiva das liberdades e do respeito à democracia.

Wellington citou diretamente a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Bolsonaro está lá preso, não pode fazer um telefonema”, afirmou. A declaração foi usada pelo candidato para reforçar sua posição política e os questionamentos que tem feito sobre decisões do Judiciário.

O candidato também voltou a defender a abertura de processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Wellington afirmou que assinou, ao lado da senadora Damares Alves, o pedido contra o magistrado e relacionou a iniciativa à necessidade de mudanças no país.

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“Nós queremos o país passado a limpo e Mato Grosso também. Esse 7 de Setembro tem que ser o símbolo da democracia”, declarou. Wellington ainda reafirmou seu alinhamento com Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência e pediu votos para o candidato do PL.

Em Cuiabá, às 16h, o PL faz “adesivaço 22” na Praça do Choppão, consolidando o movimento da direita. A mesma ação se repete nas demais cidades de Mato Grosso.

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Combate às bets está no plano de governo de Natasha e prevê prevenção e tratamento da dependência

Candidata percorreu diferentes regiões de Mato Grosso debatendo os impactos das apostas on-line sobre famílias, jovens e a saúde mental

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A candidata ao Governo de Mato Grosso, Doutora Natasha (PSD), é contra as bets e defende que o poder público enfrente os impactos provocados pelas apostas on-line com ações de prevenção, proteção às famílias e tratamento para pessoas que desenvolveram dependência em jogos.

A posição da candidata já vem sendo apresentada publicamente. Médica e professora, Natasha participou como debatedora do seminário “As Três Pragas da Modernidade”, idealizado pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT), que percorreu diferentes regiões de Mato Grosso discutindo três problemas que afetam diretamente as famílias: drogas, apostas on-line e uso excessivo de telas.

Durante o ciclo de debates, Natasha alertou para os mecanismos de dependência associados às apostas e para os efeitos que esse comportamento pode provocar na capacidade de decisão das pessoas.

“Drogas, bets e telas agem no cérebro acionando os mesmos circuitos de recompensa. São vícios que se instalam de forma semelhante: geram dependência, alteram o comportamento e comprometem a capacidade de decisão. Por isso precisam ser enfrentados com a mesma seriedade”, afirmou Natasha durante o ciclo de debates.

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Os seminários passaram por Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Tangará da Serra e Sinop, reunindo moradores, especialistas e representantes da sociedade para discutir os impactos das bets, das drogas e do uso excessivo de telas.

A preocupação com os jogos de azar também está expressamente incorporada ao plano de governo de Natasha. No eixo de Saúde Mental, o documento prevê o fortalecimento da rede de atenção psicossocial e estabelece a ampliação do cuidado à dependência química e à ludopatia (jogos de azar), com tratamento e reinserção. PLANO DE GOVERNO(1).pdf

Para Natasha, o avanço das apostas on-line não deve ser tratado apenas como uma questão de escolha individual, especialmente quando passa a comprometer renda, relações familiares e saúde mental.

A própria experiência dos seminários mostrou situações de famílias atingidas diretamente pelas apostas. Em Rondonópolis, por exemplo, um participante relatou o caso de um familiar que perdeu o controle financeiro, acumulou dívidas e teve a vida familiar afetada em razão das apostas on-line.

A proposta da candidata é tratar a ludopatia dentro da política estadual de saúde mental, fortalecendo a rede de atenção psicossocial e ampliando o atendimento às pessoas que enfrentam dependências. O plano também prevê uma política estadual de prevenção ao suicídio, com atenção especial aos jovens. PLANO DE GOVERNO(1).pdf

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Natasha defende que o enfrentamento às bets combine informação, prevenção, proteção das famílias e tratamento para quem já sofre com a ludopatia, dentro de uma atuação integrada do poder público.

Projeto propõe proibição das bets

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT), idealizador dos seminários dos quais Natasha participou, também é autor de projeto de lei que propõe proibir as bets e outros jogos de azar on-line, como o chamado “Tigrinho”. A iniciativa busca enfrentar os impactos das apostas sobre o orçamento das famílias, a saúde mental e as relações familiares.

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