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Pato no Tucupi celebra tradição amazônica no Salão do Turismo

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O chef Ricardo Branches levou ao espaço Cozinha Show do Senac, durante o Salão do Turismo, em São Paulo (SP), o Pato no Tucupi, uma das receitas mais representativas da culinária paraense.

O tradicional prato mistura a ave cozida com tucupi – molho amarelo extraído da mandioca brava –, jambu, que provoca uma leve sensação anestésica na boca, e temperos típicos da Amazônia. Servido com arroz ou farinha local, o preparo representa a riqueza da gastronomia regional e suas técnicas ancestrais.

Entre uma preparação e outra, o chef Ricardo Branches falou sobre a tradição do prato, o significado de apresentá-lo na região Sudeste, durante o Salão, e da importância de compartilhar a cultura amazônica em um evento nacional. Acompanhe:

De onde vem a tradição do Pato no Tucupi?

O Pato no Tucupi é um prato típico do Pará, com raízes na cultura indígena e ribeirinha da região amazônica. Tradicionalmente preparado em datas comemorativas e festas locais, como o Círio de Nazaré, ele combina pato, tucupi e jambu, ingredientes que conferem sabores únicos e marcantes.

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Qual é o significado do Pato no Tucupi para você, especialmente ao ser apresentado na região Sudeste?

O Pato no Tucupi representa a minha cultura gastronômica. É um prato que carrega tradições do Pará e mostra ingredientes e técnicas típicas da Amazônia, permitindo que pessoas de outras regiões conheçam a riqueza da nossa culinária.

Por que é importante levar esse prato para um evento como o Salão do Turismo?

Trazer esse prato para o Salão vai além da gastronomia, é também compartilhar cultura e identidade. Apresentar o Pato no Tucupi aqui é uma oportunidade de mostrar nossos sabores, nossas histórias e valorizar a tradição amazônica para um público mais amplo.

Clique AQUI e confira a receita completa!

O EVENTO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo reúne as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios.

Promovido pelo Ministério do Turismo, o evento integra, também, a estratégia do Feirão do Turismo: Conheça o Brasil, fortalecendo a comercialização de destinos e produtos de todo o país, alinhado ao Plano Nacional do Turismo 2024-2027 e ao Programa de Regionalização, com foco na geração de emprego e renda no setor.

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PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior mostra do turismo brasileiro, é organizado em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta, ainda, com o apoio do SESC, SENAC e do Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Aline Andrade
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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