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Ministério do Turismo e UNESCO selecionam instituto para promoção de Cidades Criativas e Destinos Turísticos Inteligentes

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O Instituto Associação Comercial do Distrito Federal foi selecionado para o desenvolvimento e a promoção de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs) nacionais e Cidades Criativas brasileiras, após a finalização de edital realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A iniciativa é parte de um projeto de cooperação técnica internacional e busca fortalecer a divulgação de municípios que integram inovação, sustentabilidade, cultura e desenvolvimento local.

A contratação visa a aprimorar a projeção e a gestão do turismo de forma sustentável, inovadora e criativa no país. A ação envolve a elaboração de três edições de uma publicação periódica que abordará inteligência de mercado, tendências, inovação e sustentabilidade no ramo turístico. O conteúdo será um importante instrumento de apoio à gestão pública e privada na área, oferecendo dados e análises atualizadas sobre oportunidades no segmento.

A seleção reflete a estratégia do Ministério do Turismo de promover uma transformação no setor, baseada no desenvolvimento de destinos inteligentes e na integração das indústrias criativas às políticas de promoção turística. A meta é valorizar a riqueza cultural local, fortalecer a identidade dos territórios, ampliar a inclusão social e, consequentemente, aumentar a atratividade e a competitividade das localidades nos cenários nacional e internacional.

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Com o objetivo de inovar e transformar o turismo brasileiro, o Ministério do Turismo tem focado no desenvolvimento de destinos inteligentes e na inclusão de indústrias criativas. Os objetivos do órgão englobam reforçar a cultura e os valores que identificam os destinos, avançando na geração de emprego e renda a partir do aumento da atratividade e da competitividade turística nacional.

CIDADES CRIATIVAS – O Brasil integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO desde 2014, possuindo, desde então, 14 localidades reconhecidas internacionalmente no grupo. Segundo a UNESCO, as indústrias culturais e criativas tornaram-se essenciais para o crescimento econômico inclusivo, reduzindo as desigualdades e colaborando para o desenvolvimento sustentável.

As cidades brasileiras reconhecidas atualmente pela UNESCO são (cronologicamente):

Curitiba (PR) – 2014 – Design

Florianópolis (SC) – 2014 – Gastronomia

Belém (PA) – 2015 – Gastronomia

Santos (SP) – 2015 – Cinema

Salvador (BA) – 2015 – Música

Brasília (DF) – 2017 – Design

João Pessoa (PB) – 2017 – Artesanato

Paraty (RJ) – 2017 – Gastronomia

Fortaleza (CE) – 2019 – Design

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Belo Horizonte (MG) – 2019 – Gastronomia

Recife (PE) – 2021 – Música

Campina Grande (PB) – 2021 – Artes midiáticas

Rio de Janeiro (RJ) – 2023 – Literatura

Penedo (AL) – 2023 – Cinema

Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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