NACIONAL
MME promove oficina de eficiência energética na Caravana Federativa
O Ministério de Minas e Energia (MME) participa, nesta quinta e sexta-feira (11 e 12/12), da Caravana Federativa em Belo Horizonte (MG). A iniciativa reúne diversas oficinas promovidas pela pasta e reforça o compromisso do Governo do Brasil em se tornar mais acessível e proativo junto a estados e municípios.
Samira Sousa, coordenadora-geral de Eficiência Energética do MME, apresentou ações da pasta durante a oficina de eficiência energética e destacou a importância do tema para os municípios. “A eficiência energética é um compromisso estratégico, pois reduz custos públicos, impulsiona a sustentabilidade e melhora a qualidade de vida da população. O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, o Procel, é um exemplo de política que pode mudar a realidade das cidades”, afirmou.
Coordenado pelo MME e executado pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), o programa anunciou neste ano um investimento de mais de R$ 150 milhões na substituição da iluminação pública (IP) pela tecnologia LED. Alexandre Reis, gerente do Procel pela ENBPar, reforçou como a oficina foi fundamental para aproximar o programa dos gestores e impulsionar novas ações de eficiência energética.

Foto: Tauan Alencar/MME
Guia de Eficiência Energética para Edifícios Públicos Municipais
O Ministério dispõe ainda do Guia de Eficiência Energética para Edifícios Públicos Municipais, desenvolvido em parceria com a Cooperação Brasil-Alemanha por meio do projeto Sistemas de Energia do Futuro. O documento integra a estratégia de apoiar gestores municipais com referências técnicas e de ampliar o acesso a recursos públicos destinados à execução de projetos de eficiência energética em edificações públicas.
Acesse aqui.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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NACIONAL
Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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