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Ministro da Previdência Social visita a Superintendência do INSS em São Paulo

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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, esteve na tarde desta quarta-feira (4), na sede da Superintendência Regional Sudeste I do INSS, na capital paulista. Durante a visita, o ministro se reuniu com gestores e representantes do Instituto, de setores e órgãos vinculados ao Ministério da Previdência Social, como a Perícia Médica Federal, as Juntas de Recursos e o Núcleo de Inteligência Previdenciária.

Ao conversar com os participantes, Wolney destacou a importância de as equipes buscarem um atendimento mais humano e gentil, que seja mais acessível ao cidadão que é atendido pela Previdência. Além disso, falou sobre o ressarcimento dos aposentados e pensionistas que tiveram descontos associativos. Lembrou ainda da necessidade do cuidado com as filas, com a modernização das estruturas físicas e da valorização dos servidores. “Cuidar das demandas que vivemos no nosso dia a dia”, completou.

O ministro também destacou a importância da Previdência Social ao falar sobre os valores pagos aos beneficiários: “São R$ 77 bilhões pagos mensalmente, dinheiro que é investido na economia local das cidades.  Esses valores são a maior fonte de recursos para 65% dos municípios brasileiros. E, nos outros 35%, os valores pagos em benefícios só perdem para o fundo de participação dos municípios.”

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Entre os gestores presentes à reunião, estavam o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, o diretor do Departamento do Regime Geral de Previdência Social, Benedito Adalberto Brunca, o superintendente regional do INSS em São Paulo, Hermenegildo Pires Alves, o coordenador regional da Perícia Médica Federal no Estado, Marcio Aurelio Soares, e os presidentes da 13º Junta de Recursos, Doriene Goes, e da 15º Junta de Recursos, Ademir Kronemberger.

Ascom/MPS

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Fonte: Ministério da Previdência Social

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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