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Ministro Celso Sabino leva “Turismo em Ação” a Altamira (PA) e reforça valorização do etnoturismo indígena

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O município de Altamira (PA) sediou nessa quinta-feira (17/07) o projeto “Turismo em Ação – Edição Transamazônica”, promovido pelo Ministério do Turismo (MTur). No evento, que reuniu lideranças indígenas, autoridades locais, prefeitos e gestores da região, o ministro do Turismo, Celso Sabino, apresentou programas do governo federal de incentivo ao setor e reforçou o compromisso com a interiorização de políticas públicas na área e o etnoturismo.

A ação do Ministério do Turismo foi realizada no momento em que o município sedia o Festival de Cultura e Jogos Indígenas do Xingu. Entre os destaques da agenda dessa quinta-feira, o ministro Celso Sabino assinou, junto ao cacique Kwai Assurini, da Aldeia Ita’aka (Terra Indígena Koatinemo), o termo de adesão ao “Projeto Brasil – Turismo Responsável” do MTur, que tem o etnoturismo como um de seus pilares.

“O etnoturismo é uma das nossas prioridades porque valoriza as culturas tradicionais, gera renda de forma sustentável e coloca a Amazônia no centro das atenções mundiais. É uma honra assinar esse compromisso com lideranças indígenas da Transamazônica”, celebrou o ministro Sabino.

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Além da pauta indígena, foram anunciadas importantes entregas do MTur a municípios da região. Na cidade de Medicilândia, por exemplo, maior produtor de cacau do Pará, o Ministério do Turismo investirá R$ 590 mil na realização do XIII Cacaufest e do IV Festival do Chocolate, em setembro. A localidade também receberá R$ 3 milhões do MTur para recuperação da pavimentação asfáltica e a implantação de sinalização turística.

Para Rurópolis, o ministro Celso Sabino anunciou a destinação de R$ 1,8 milhão à revitalização do Bosque Municipal Presidente Médici, importante atrativo de ecoturismo na cidade. Já o município de Uruará será contemplado com R$ 2 milhões do MTur para obras de pavimentação do acesso à Praça do Cacau, de modo a fomentar o desenvolvimento do turismo local.

“A região da Transamazônica tem um potencial turístico imenso e precisa ser olhada com atenção e respeito. Estamos aqui para garantir que as políticas públicas cheguem a todos, com investimentos concretos e ações que transformem a realidade local”, afirmou Sabino. “O turismo é hoje um dos motores da economia brasileira, e queremos que todos os municípios participem desse momento”, acrescentou o ministro do Turismo.

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AGENDA – Durante a programação do Ministério do Turismo em Altamira, técnicos do órgão também apresentaram ferramentas de apoio do governo federal ao fortalecimento do setor. Entre elas, o Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos), o Mapa do Turismo Brasileiro, que norteia ações do MTur e linhas de crédito do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur), repassando ao trade turístico local as orientações necessárias para o acesso a políticas públicas do MTur.

Ainda nesta quinta-feira à noite, em Altamira, o ministro Celso Sabino participará da abertura oficial do Festival Cultural e Jogos Indígenas do Xingu, na Orla do Cais de Altamira, ao lado do governador do Pará, Helter Barbalho; do prefeito de Altamira, Loredan Mello, e de autoridades locais.

Por Cléo Soares

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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