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João Pessoa recebe Fórum Internacional, que vai debater o protagonismo da mulher no turismo

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Começa nesta quarta-feira (3), no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções de João Pessoa (PB), o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo. O evento, promovido pelo Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a ONU turismo, vai reunir autoridades, empresárias, especialistas, pesquisadoras, gestoras públicas e representantes de organismos internacionais para debater o protagonismo feminino no setor.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o evento consolida a liderança do Brasil no debate de temas que colocam as mulheres no centro das discussões. “A liderança da mulher é fundamental para o sucesso do turismo, no qual elas conduzem a maioria dos negócios. Este evento joga luz sobre esse protagonismo e amplia o debate sobre desafios e oportunidades, em um setor que gera renda, riqueza para o país e emprego para o nosso povo. Ao mesmo tempo, discute o que fazer para que as viajantes se sintam acolhidas e tenham liberdade para visitar qualquer lugar do país”, afirmou Gustavo Feliciano.

  • Confira a programação aqui.

  • As inscrições podem ser feitas neste link.

Atualmente, 52,5% da força de trabalho no setor do turismo é composta por mulheres, e seis em cada dez negócios são comandados por elas.

“Estamos unindo o poder público e a iniciativa privada para garantir cada vez mais autonomia financeira às mulheres, segurança para as turistas e a inclusão definitiva delas nos espaços de poder e de altas decisões”, concluiu o ministro.

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O Fórum foi estruturado em três eixos centrais: 

  • a mulher como empreendedora, que vai discutir geração de renda, inovação e desenvolvimento territorial; 

  • a mulher como consumidora, com foco em destinos mais preparados para receber turistas mulheres e boas práticas de acolhimento; 

  • e a mulher como protagonista no turismo, abordando liderança feminina, segurança, representatividade e acesso à Justiça.

Programação

A agenda começa nesta quarta-feira (3), com a cerimônia de abertura. Na sequência, a programação contará com o lançamento das versões, em inglês e espanhol, do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, desenvolvido em parceria com a Unesco.

O Guia reúne orientações práticas para mulheres que optam por viajar desacompanhadas, além de informações sobre planejamento, hospedagem, deslocamento, segurança, comportamento preventivo e canais de apoio. A publicação também dialoga com prestadores de serviços turísticos, estimulando destinos mais acolhedores, preparados e atentos às demandas femininas.

O lançamento internacional do material acontece em um momento estratégico para o Brasil, que atualmente ocupa a presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo. A iniciativa será apresentada pelo MTur, como exemplo de boa prática internacional voltada à segurança e ao acolhimento de mulheres viajantes, fortalecendo o intercâmbio de experiências entre países.

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Os direitos e desafios para alcançar cargos de alta gestão guiarão o painel “Ultrapassando Barreiras”. Já os preparativos para a Copa do Mundo de Futebol Feminino FIFA 2027 fecham o primeiro dia. O debate focará no legado e na geração de empregos nas cidades-sede, além dos preparativos para receber turistas.

A pluralidade do mercado guiará o painel “Diversidade, Pertencimento e Experiências”, com foco na inserção de mulheres no afroturismo, turismo comunitário, turismo 60+ e etnoturismo indígena.

O segundo dia contará com a 3ª edição do “Brasil Mais Crédito para o Turismo”. A ação oferecerá rodadas de negócios do Novo Fungetur (política pública do MTur, que tem linhas de financiamento para empreendedores turísticos). No local, ainda haverá orientações sobre o Cadastur (cadastro oficial do MTur para prestadores de serviços turísticos), além de consultoria do Sebrae para microempreendedores individuais (MEI).

Serviço

  • Evento: Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

  • Data: 3 e 4 de junho

  • Local: Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha – Rodovia PB-008, Km 5, Polo Turístico Cabo Branco – João Pessoa (PB)

  • Inscrições: Clique aqui.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MME abre consulta sobre regras de comercialização, armazenamento e mercado livre de energia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (24/8), consulta pública para receber contribuições sobre a minuta de decreto que atualiza as regras de comercialização e de exploração dos serviços e instalações de energia elétrica. O texto adapta os Decretos nº 5.163/2004, nº 2.655/1998 e nº 5.177/2004 às mudanças introduzidas pela Lei nº 15.269/2025 e prepara a regulamentação para a abertura integral do mercado de energia.

A consulta ficará aberta por 45 dias. A iniciativa integra a implementação da reforma do setor elétrico e submete ao debate público tanto os ajustes exigidos pela nova legislação quanto outros pontos relevantes para o funcionamento do mercado. Consumidores, empresas, entidades setoriais e órgãos públicos poderão apresentar contribuições para o aperfeiçoamento da proposta.

Entre os principais temas, a minuta coloca em discussão a flexibilização da regra que exige de consumidores e distribuidoras a contratação da totalidade de sua carga. Também propõe critérios para a comprovação de lastro de venda em contratos bilaterais de agentes armazenadores, revê as diretrizes para os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e permite reavaliar a periodicidade da contabilização e da liquidação do Mercado de Curto Prazo (MCP).

Mercado livre e armazenamento

Na frente de abertura do mercado, a proposta atualiza os prazos de migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e de retorno ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR) dos consumidores atendidos em tensão igual ou superior a 2,3 kV. O texto também trata da dispensa de comprovação de lastro pelo supridor de última instância, agente responsável por assegurar o atendimento ao consumidor em situações excepcionais, e reabre a discussão sobre o enquadramento do consumidor parcialmente livre.

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O armazenamento de energia passa a ser incorporado de forma expressa à regulamentação. A minuta cria, na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a classe dos armazenadores autônomos na categoria de comercialização e prevê representação obrigatória para os agentes que comercializarem energia. Também permite que as condições gerais de acesso à rede contemplem requisitos de controle, capacidade, flexibilidade e armazenamento.

Para os supridores de última instância, a proposta determina a contabilização separada de despesas e custos. O texto ainda incorpora os novos limites legais de revisão da garantia física, inclui a flexibilidade entre as formas de contratação

de reserva de capacidade e retira o prazo mínimo de suprimento da energia proveniente de novos empreendimentos de geração.

Preços, encargos e contratação das distribuidoras

A minuta também revê regras de encargos e operação. Entre elas está a alocação dos Encargos dos Serviços do Sistema (ESS) de natureza elétrica conforme o consumo medido do autoprodutor, em alinhamento ao Acórdão nº 1.631/2026 do plenário do Tribunal de Contas da União (TCU). A proposta prevê ainda a cobertura, pelo ESS, de cortes de geração provocados por indisponibilidade externa ou por razões de confiabilidade elétrica, nos termos da legislação.

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Para as distribuidoras, o texto torna obrigatória a participação no Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD) antes dos leilões de energia. O mecanismo permite que as empresas compensem entre si sobras e déficits contratuais antes de recorrer a novas compras. Também estão em discussão a simplificação do critério usado na apuração da exposição contratual, o submercado de entrega dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) e o uso da origem da demanda, como reposição, recuperação ou crescimento do mercado, para definir se a contratação será feita em leilões de energia existente ou nova.

A revisão inclui ainda novas definições para autoprodutor, armazenador e supridor de última instância, novos parâmetros para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o cálculo do PLD e o compartilhamento, entre consumidores dos mercados regulado e livre, dos efeitos financeiros da sobrecontratação ou da exposição involuntária das distribuidoras decorrentes da migração de consumidores.

Acesse aqui o Portal de Consulta Pública do MME.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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