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Governo do Brasil orienta beneficiários do Luz do Povo

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O Governo do Brasil vai ampliar a comunicação com os beneficiários do programa Luz do Povo. A partir desta semana, por meio de mensagens pelo WhatsApp e pela caixa postal do aplicativo Gov.br, serão enviadas mensagens com informações sobre a aplicação dos descontos na tarifa de energia elétrica e orientações sobre como proceder em caso de inconsistências.

A ação busca ampliar o acesso ao benefício e garantir que todas as famílias elegíveis sejam contempladas. As mensagens explicam como o desconto é aplicado na tarifa de energia elétrica – integral para consumo de até 80 kWh por mês e parcial para consumo de até 120 kWh por mês – e orienta os beneficiários a conferirem a fatura e, caso o desconto não seja aplicado, a buscar informações nos canais indicados para regularizar a situação. As comunicações são direcionadas a três grupos de públicos elegíveis:

  • Beneficiários ativos (verificação): famílias que já recebem a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSSE), por possuírem renda mensal per capita de até meio salário mínimo. Nesse caso, a mensagem tem caráter de verificação, buscando confirmar se o desconto está sendo efetivamente aplicado na fatura de energia elétrica;
  • Elegíveis que ainda não recebem o benefício (falha no recebimento): famílias que atendem aos critérios de elegibilidade da TSEE, mas que por algum motivo ainda não recebem o benefício; e
  • Elegíveis para receber o Desconto Social: famílias que se enquadram nos critérios de renda estabelecidos para o Desconto Social, incluindo aquelas com renda mensal per capita entre meio e um salário mínimo e que precisam se cadastrar ou atualizar suas informações no CadÚnico.
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A ação busca ampliar a eficácia na implementação no programa e assegurar que os benefícios sociais cheguem de forma efetiva às famílias em situação de vulnerabilidade.

Segurança e privacidade

Para garantir a segurança dos cidadãos e prevenir fraudes, o Governo do Brasil informa que a autenticidade da informação é garantida pelo selo azul de conta verificada da conta do Governo do Brasil no WhatsApp e, também, pelo recebimento da mesma mensagem diretamente na Caixa Postal do aplicativo Gov.br.

O cidadão não deve confiar em qualquer mensagem recebida fora da plataforma Gov.br que solicite acesso para verificar saldos ou atualizar dados.

É importante ressaltar que o Governo do Brasil não solicita dados pessoais, como CPF e endereço, nem realiza cobranças ou pedidos de pagamento via WhatsApp e envia apenas botões, nunca links abertos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

Médico do HC de Ribeirão Preto expõe prontuário em rede social e ironiza peso de paciente

Residente publicou imagem com dados de peso, altura e IMC; hospital classificou a atitude como inadequada e informou que tomou providências

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Um médico residente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP), Guilherme Lourenço Monteiro, publicou nas redes sociais uma imagem de um prontuário médico com informações de um paciente atendido na instituição e fez comentários em tom de ironia sobre o peso. A publicação foi feita em 21 de setembro e alcançou mais de 100 mil visualizações antes de ser apagada.

Na postagem, o médico compartilhou dados referentes ao peso, altura e índice de massa corporal (IMC) do paciente. Na legenda, escreveu: “Isso aqui é uma amostra pra vocês entenderem com o que lidamos aqui no Hospital das Clínicas”. O nome do paciente não foi divulgado na publicação.

Após a repercussão, o perfil do profissional foi excluído. Procurado pela imprensa, Guilherme não apresentou manifestação até a publicação das reportagens.

Em nota, o HCFMRP-USP afirmou ter tomado conhecimento do episódio e classificou a publicação como inadequada. Segundo a instituição, embora a identidade do paciente não tenha sido exposta, a conduta não está de acordo com a postura profissional adotada pelo hospital. A instituição informou ainda que está tomando providências para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. 

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Questionado sobre a permanência do médico na instituição, o hospital não informou se ele continua exercendo suas atividades.

O caso também passou a ser apurado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Segundo o órgão, a investigação tramita sob sigilo. O Conselho Federal de Medicina (CFM), por sua vez, informou que não pode se manifestar sobre casos concretos enquanto não houver eventual recurso em sua instância. 

Especialistas em direito médico e proteção de dados ouvidos pela imprensa afirmam que informações como peso, altura e IMC são consideradas dados pessoais sensíveis. A avaliação jurídica é de que, mesmo sem o nome do paciente, a combinação de informações pode permitir uma eventual identificação, dependendo do contexto.

A legislação e as normas de ética médica estabelecem regras para o sigilo das informações obtidas durante o atendimento. A publicação de dados de prontuário em redes sociais pode gerar apurações em diferentes esferas, incluindo ética, administrativa, civil e, conforme as circunstâncias, criminal. 

O episódio também levantou discussões sobre a exposição de pacientes e o uso de informações obtidas durante a atividade médica em redes sociais. O conteúdo foi retirado do ar após a repercussão, mas registros da publicação continuaram circulando nas redes. 

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