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Cadastur cresce 8,2% no primeiro semestre de 2025 e reforça formalização do turismo no país

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O Cadastro Nacional dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) registrou um crescimento de 8,2% no número de inscritos entre janeiro e julho de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024. A quantidade saltou de 166.409 para 180.049 em todo o país – um acréscimo de 13.640 prestadores formalizados no sistema do Ministério do Turismo.

As cinco macrorregiões brasileiras apresentaram aumento no total de registros, com destaque para o Norte do país, que teve uma alta proporcional de 24,31%. Os maiores avanços percentuais foram registrados nos estados do Pará (51,77%), Roraima (26,39%) e Rondônia (20,98%).

O ministro do Turismo, Celso Sabino, avalia que os dados evidenciam o fortalecimento da política de formalização no setor. “Estamos trabalhando para ampliar o alcance do Cadastur em todas as regiões do Brasil, garantindo mais segurança jurídica aos prestadores e mais qualidade aos serviços turísticos. A formalização é essencial para o crescimento sustentável do turismo no país e para a geração de empregos”, frisou Sabino.

A região Sul do país teve o segundo maior crescimento proporcional de inscrições no Cadastur (10,14%), especialmente nos estados do Paraná (17,44%) e de Santa Catarina (10,32%). O Sudeste lidera em números absolutos, com mais de 82 mil registros no ano, embora com uma alta mais moderada (6,61%).

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O Centro-Oeste e o Nordeste apresentaram aumentos semelhantes, de 6,37%, tendo como destaques regionais o Maranhão (19,96%), a Paraíba (25,92%) e o Piauí (14,21%).

CADASTRO – Diante dos resultados positivos, o Ministério do Turismo reitera a necessidade de empresas e profissionais do setor estarem inscritos no Cadastur. O sistema reúne informações sobre meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos e guias de turismo, entre outros serviços. 

O cadastro é gratuito e, para algumas atividades, obrigatório. Além de proporcionar mais segurança jurídica e visibilidade ao prestador, a formalização facilita o acesso a políticas públicas, linhas de crédito e a programas de qualificação.(Clique AQUI para se cadastrar ou saber mais)

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Médico do HC de Ribeirão Preto expõe prontuário em rede social e ironiza peso de paciente

Residente publicou imagem com dados de peso, altura e IMC; hospital classificou a atitude como inadequada e informou que tomou providências

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Um médico residente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP), Guilherme Lourenço Monteiro, publicou nas redes sociais uma imagem de um prontuário médico com informações de um paciente atendido na instituição e fez comentários em tom de ironia sobre o peso. A publicação foi feita em 21 de setembro e alcançou mais de 100 mil visualizações antes de ser apagada.

Na postagem, o médico compartilhou dados referentes ao peso, altura e índice de massa corporal (IMC) do paciente. Na legenda, escreveu: “Isso aqui é uma amostra pra vocês entenderem com o que lidamos aqui no Hospital das Clínicas”. O nome do paciente não foi divulgado na publicação.

Após a repercussão, o perfil do profissional foi excluído. Procurado pela imprensa, Guilherme não apresentou manifestação até a publicação das reportagens.

Em nota, o HCFMRP-USP afirmou ter tomado conhecimento do episódio e classificou a publicação como inadequada. Segundo a instituição, embora a identidade do paciente não tenha sido exposta, a conduta não está de acordo com a postura profissional adotada pelo hospital. A instituição informou ainda que está tomando providências para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. 

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Questionado sobre a permanência do médico na instituição, o hospital não informou se ele continua exercendo suas atividades.

O caso também passou a ser apurado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Segundo o órgão, a investigação tramita sob sigilo. O Conselho Federal de Medicina (CFM), por sua vez, informou que não pode se manifestar sobre casos concretos enquanto não houver eventual recurso em sua instância. 

Especialistas em direito médico e proteção de dados ouvidos pela imprensa afirmam que informações como peso, altura e IMC são consideradas dados pessoais sensíveis. A avaliação jurídica é de que, mesmo sem o nome do paciente, a combinação de informações pode permitir uma eventual identificação, dependendo do contexto.

A legislação e as normas de ética médica estabelecem regras para o sigilo das informações obtidas durante o atendimento. A publicação de dados de prontuário em redes sociais pode gerar apurações em diferentes esferas, incluindo ética, administrativa, civil e, conforme as circunstâncias, criminal. 

O episódio também levantou discussões sobre a exposição de pacientes e o uso de informações obtidas durante a atividade médica em redes sociais. O conteúdo foi retirado do ar após a repercussão, mas registros da publicação continuaram circulando nas redes. 

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