MATO GROSSO

Sesp e Sejus aderem a programa de atendimento psicológico à agentes de segurança pública

As Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp) e de Justiça (Sejus) aderiram, nesta terça-feira (11.2), ao programa Escuta Susp, do Governo Federal, para oferecer atendimento e acompanhamento psicoterápico e psiquiátrico aos agentes de segurança pública de Mato Grosso.

A assinatura do termo de adesão contou com a presença do secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Mário Sarrubbo, do secretário adjunto de Segurança Pública, coronel PM Heverton Mourett, e do secretário de Justiça, delegado Vitor Hugo Bruzzulato.

Durante a reunião, o secretário da Senasp destacou a iniciativa do Governo de Mato Grosso que, além de investir em tecnologia e na formação de policiais, aderiu ao programa preocupado com a saúde mental de seus profissionais diante dos reflexos provocados pela rotina das forças de segurança.

“Um dos investimentos mais importante dentro da segurança é no ser humano porque, para prestar serviço adequado, tem que estar bem sob o aspecto psicológico para poder atender melhor a população e tomar decisões corretas em momentos críticos”, destacou Mário Luiz Sarrubbo.

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O secretário de Justiça, delegado Vitor Hugo Bruzulato, destacou que a saúde mental dos agentes de segurança pública é uma questão preocupante e que o programa vem de encontro com a necessidade dos planos da atual gestão.

“Esse programa está dentro do nosso planejamento de gestão e vem com reconhecimento da valorização dos nossos profissionais, demonstrando cuidado que um deve ter com o outro, no dia a dia da missão da segurança pública que é tão difícil”, considerou.

Para o secretário adjunto de segurança, a adesão ao programa Escuta Susp vai trazer inúmeros benefícios na vida dos agentes de segurança pública de Mato Grosso.

“O policial lida diariamente com circunstâncias que provocam danos à saúde mental e este programa vem para dar qualidade de vida aos nossos profissionais de segurança pública, oferecendo assistência psicológica via sistema online de forma segura e sigilosa”, pontuou Heverton Mourett.

O Escuta Susp é um programa criado pela Senasp para oferecer atendimento especializado e acompanhamento psicológico e psiquiátrico aos agentes de segurança pública, de forma sigilosa, prevenindo e tratando distúrbios mentais que surgem em profissionais da segurança pública.

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O programa possui 42 psicólogos especializados em segurança pública, que fazem atendimento on-line, oferecendo avaliação, acompanhamento psicoterápico e psiquiátrico, à policiais militares, civis e penais, além de bombeiros e peritos criminais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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