MATO GROSSO

SES e Sociedade Brasileira de Hansenologia promovem curso de especialização para médicos


A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública e em parceria com a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), efetivaram um Termo de Cooperação Técnica para a realização do Curso de Especialização em Hansenologia. São ofertadas 20 vagas destinadas aos médicos que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

As vagas serão distribuídas entre as 16 Regionais de Saúde, com certificação pela Escola de Saúde Pública e pela Sociedade Brasileira de Hansenologia. Será aplicada uma prova de título para a obtenção da titulação de hansenólogo.

A medida é importante para o Estado de Mato Grosso, que é considerado hiperendêmico para a hanseníase e ocupa a 1ª posição no país com o maior número de casos da doença.

De acordo com as áreas técnicas da SES, o SUS precisa de 30 a 60 médicos com essa formação acadêmica para atuar no diagnóstico e reabilitação da hanseníase em Mato Grosso.

Segundo a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, o edital que contém as informações sobre o curso de especialização e a data de inscrição será divulgado em maio.

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“Essa parceria ocorre em um momento em que a Escola de Saúde Pública retoma suas ações educacionais de especializações após a pandemia, com o objetivo de formar e qualificar os médicos para atender essa demanda” explicou a diretora.

A ação engloba, de forma conjunta, as áreas técnicas do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac), Laboratório Central do Estado (Lacen) e da Coordenadoria de Doenças Crônicas da SES.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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