MATO GROSSO
Seduc-MT promove concurso de vídeo entre estudantes da rede estadual com tema “uniformes escolares”
O concurso da Ação Grêmio Estudantil de produção de vídeo segue até o dia 15 de março. Podem participar até 10 pessoas por grupo de alunos.
Cada uma das 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs) terá uma equipe vencedora, que receberá como prêmio 1 Kindle e 9 headphones. Por meio de sorteio, um estudante da equipe vencedora será contemplado com o Kindle, enquanto os demais membros receberão os headphones.
Para a produção do conteúdo, os estudantes podem usar a imaginação. Os vídeos podem ser de diferentes gêneros, como ficção, animação ou paródias, com duração de, no máximo, de um minuto.
O conteúdo deve ser produzido e editado pelos próprios estudantes, podendo explorar diferentes abordagens criativas e incorporar entrevistas, depoimentos e outros conteúdos relevantes.
Os vídeos serão avaliados com base em critérios como curtidas, criatividade e viralização, sendo necessário que não fujam do tema proposto. A dica é que, quanto antes a publicação, mais dias para engajamento com curtidas e comentários, dando mais chances de vencer.
Após produzido, os estudantes devem obrigatoriamente publicar no Instagram mencionando os perfis da @seduc.mt e @govmatogrosso. O Instagram da Diretoria Regional de Educação (DRE) a qual a escola faz parte deve estar como “colaborador” na publicação.
Com essa iniciativa, a Seduc-MT espera envolver os estudantes de forma ativa e dinâmica, estimulando o seu protagonismo e contribuindo para o fortalecimento da comunidade escolar.
A participação no concurso de vídeos “#NossoTrajeÉAzul” é uma oportunidade única para os estudantes demonstrarem todo o seu talento e criatividade, além de concorrer a prêmios incríveis.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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