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Operação Lei Seca resulta na prisão de quatro motoristas e remoção de 48 veículos

A 38ª edição da Operação Lei Seca em Várzea Grande resultou na prisão de quatro motoristas por embriaguez ao volante e 92 autos de infração de trânsito confeccionados. As abordagens ocorreram no fim da tarde deste domingo (18.08), na Rua da Guarita, no bairro Vila Arthur, em Várzea Grande.

Além dos condutores embriagados, uma pessoa foi detida por entregar o veículo a uma pessoa não habilitada.

Do total de autos de infração de trânsito, 29 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 21 por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 13 por conduzir sob efeito de álcool, seis por recusa ao teste de alcoolemia e 23 por infrações diversas.

Também foram removidos, ao todo, 48 veículos, sendo 41 carros e sete motocicletas. Durante a operação, mais de 200 veículos foram fiscalizados e 59 autuados.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Gisela celebra vitória da Seleção Brasileira mas chama atenção para avanço das apostas digitais

“Somos todos brasileiros e estamos felizes com a vitória da nossa seleção na busca pelo hexa. O que me chama atenção é a quantidade de anúncios de apostas aos quais somos expostos durante esses eventos”

A vitória da Seleção Brasileira sobre o Haiti, nesta última sexta-feira (19), renovou a esperança do tão sonhado hexacampeonato e levou milhões de torcedores a comemorarem mais um importante resultado da equipe na Copa do Mundo de 2026. A exemplo de milhões de brasileiros, a presidente do União Brasil em Cuiabá, Gisela Simona, também celebrou os três gols que garantiram o triunfo da equipe nacional. Mas, em meio à alegria pela campanha da Seleção, a dirigente aproveitou para lançar luz sobre outro fenômeno que vem ganhando cada vez mais espaço dentro do universo do futebol: a expansão das apostas esportivas online.

Em publicação nas redes sociais logo após a partida, e em podcast neste final de semana na Umanos Editora, Gisela observou que a presença das chamadas bets já se tornou praticamente inseparável das grandes transmissões esportivas, ocupando espaços na televisão, nos portais de notícias, nas redes sociais e nas mais diversas plataformas digitais.

“Somos todos brasileiros e estamos felizes com a vitória da nossa seleção na busca pelo hexa. O que me chama atenção é a quantidade de anúncios de apostas aos quais somos expostos durante esses eventos, muitas vezes sem refletirmos sobre os impactos que isso pode gerar na vida de milhares de famílias”, afirmou.

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Conhecida em Mato Grosso pela atuação na defesa do consumidor, área na qual construiu sua trajetória antes de chegar à Câmara Federal, Gisela avalia que a discussão sobre as apostas deixou de se restringir ao entretenimento e passou a envolver questões econômicas, sociais e de saúde pública.

Segundo ela, relatos de famílias afetadas pelo endividamento associado às plataformas de apostas têm se tornado cada vez mais frequentes. “Tenho acompanhado histórias de pessoas que perderam economias construídas ao longo de anos, assumiram dívidas e enfrentaram conflitos familiares decorrentes do comportamento compulsivo relacionado ao jogo”, observou.

Durante estes 33 meses de mandato na Câmara, o tema se tornou uma de suas principais pautas na área de proteção ao consumidor. Entre as propostas apresentadas está o Projeto de Lei nº 1561/2026, que busca ampliar mecanismos de proteção aos usuários e responsabilizar empresas que adotem práticas consideradas abusivas no ambiente digital.

Gisela também sustenta que as plataformas possuem acesso a dados suficientes para identificar padrões de comportamento que indiquem situações de vulnerabilidade financeira.

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“Ninguém aposta de forma anônima no ambiente digital. As operações passam por CPF, Pix, cartão ou conta bancária. As empresas sabem quem joga, com que frequência joga e quando esse comportamento começa a ultrapassar limites razoáveis”, argumenta.

Para Gisela, o debate não deve ser encarado, contudo, como uma crítica ao futebol ou às comemorações em torno da Copa do Mundo, mas como uma reflexão necessária diante de um mercado que cresce rapidamente e alcança milhões de brasileiros todos os dias. “O futebol continua sendo uma das maiores paixões nacionais. O que precisamos discutir é como garantir que essa paixão não seja acompanhada por mecanismos que estimulem o endividamento, a compulsão e o sofrimento de tantas famílias”, defende.

Em um cenário no qual clubes, campeonatos, atletas e influenciadores passaram a conviver cada vez mais próximos das plataformas de apostas, Gisela acredita que o avanço da regulamentação e da proteção ao consumidor deve caminhar na mesma velocidade da expansão do setor. “O desafio não é impedir que as pessoas façam suas escolhas. É garantir que elas sejam protegidas de práticas que podem transformar diversão em prejuízo financeiro e emocional”, conclui.

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