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Operação Lei Seca prende quatro motociclistas por embriaguez em Várzea Grande

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Quatro pessoas foram presas durante a Operação Lei Seca, realizada nesta quarta-feira (20.8), na Avenida Senador Filinto Müller, bairro Nova Fronteira, em Várzea Grande.

Conforme o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram realizados 152 testes de alcoolemia, que geraram 121 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 35 por condução de veículos sem habilitação e 32 por circulação com documentação vencida.

Além disso, sete condutores foram autuados por conduzir veículo sob efeito de álcool e outros sete por se recusarem a passar pelo teste de alcoolemia.

Dos quatro presos, dois condutores foram detidos por embriaguez ao volante, um por adulteração de veículo e outro por entregar a direção de veículo a uma pessoa não habilitada.

Ao todo, a ação fiscalizou 152 motocicletas, sendo que 67 foram autuadas e 52 removidas.

A Operação Lei Seca é realizada pelo GGI e, em Várzea Grande, contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Sistema Socioeducativo e da Guarda Municipal.

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Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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