MATO GROSSO
“Já viabilizamos 31 mil casas e vamos superar a meta das 40 mil”, afirma governador
O governador Mauro Mendes afirmou, nesta quinta-feira (30.10), que o Governo de Mato Grosso já viabilizou 31 mil moradias por meio do Programa SER Família Habitação e que até o próximo ano vai superar a meta das 40 mil residências.
A declaração foi feita durante a entrega de 1.055 novas casas e apartamentos em Cuiabá e Várzea Grande, em parceria com a Caixa Econômica Federal e o Governo Federal.
“Estamos muito felizes por entregar essas unidades e ajudar milhares de famílias a realizarem o sonho da casa própria. Quando lançamos o programa, em 2023, tínhamos a meta de 40 mil moradias. Hoje, já viabilizamos 31 mil e, até o ano que vem, vamos superar essa marca”, relatou.
O governador explicou que o subsídio estadual, que chega a R$ 35 mil por família, tem permitido que milhares de mato-grossenses consigam financiar seu imóvel com parcelas acessíveis.
“Esse apoio facilita o acesso à casa própria, porque a maior dificuldade das famílias é justamente conaeguir juntar aqueles 20% para dar de entrada”, destacou.
Mauro Mendes também ressaltou o papel da primeira-dama Virginia Mendes, idealizadora e defensora do programa, que tem ampliado os benefícios para alcançar ainda mais famílias em todo o estado.
“Por insistência dela, conseguimos aumentar o subsídio de até R$ 20 mil para até R$ 25 mil reais, e, nos municípios menores, chegamos a R$ 35 mil por moradia, para garantir que ninguém fique de fora”, pontuou.
As entregas
Somente nesta quinta, foram entregues 595 apartamentos em Cuiabá, nos condomínios Ipê e Guará, no Residencial Parque do Cerrado, e 460 moradias em Várzea Grande, distribuídas entre os residenciais Chapada das Cerejeiras, Parque Hollywood e Hollywood II.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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