MATO GROSSO

Equipes das escolas Tiradentes e Dom Pedro II podem se inscrever para o 4º Jogos dos Estudantes Militares 2025

Publicados

em

Diretores de escolas militares da Rede Estadual já podem, a partir desta segunda-feira (4.8), inscrever suas equipes para o 4º Jogo dos Estudantes Militares. O prazo vai até 11 de agosto.

Os jogos acontecerão de 22 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Roberto Munaretto, em Lucas do Rio Verde, reunindo estudantes de escolas estaduais militares Tiradentes e Dom Pedro II. As competições são realizadas pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

A programação envolve disputas que buscam estimular não apenas o rendimento esportivo, mas também a integração entre os alunos, o fortalecimento dos laços de amizade e o espírito de camaradagem.

Entre as competições, estarão presentes ordem unida, cabo de guerra, pega-ladrão, corrida de orientação e natação, além de modalidades que valorizam a estratégia e o raciocínio lógico, como xadrez, cubo mágico e robótica.

Além das modalidades esportivas tradicionais, os jogos também contemplam provas específicas da rotina militar, como ordem unida e apresentação pessoal.

Leia Também:  Secel abre inscrições para aulas e consultorias de marketing digital para negócios criativos

Cada delegação será composta por 28 alunos regularmente matriculados e cinco monitores responsáveis pelo acompanhamento. As modalidades exigem a participação de estudantes de ambos os sexos, exceto na corrida de orientação, em que poderá haver um participante do sexo masculino ou feminino.

De acordo com a secretária adjunta de Regime de Colaboração (SARC), tenente-coronel Nágila de Moura Brandão, o evento reforça o compromisso da Seduc em formar cidadãos plenos.

“Os jogos militares representam mais do que competições. Eles oferecem uma oportunidade de desenvolvimento integral dos estudantes, envolvendo as dimensões física, cognitiva, social e profissional, além de estimular valores como liderança, resiliência, trabalho em equipe e respeito ao próximo”, destacou.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o diferencial dos jogos está em sua contribuição para a construção de hábitos saudáveis e para a valorização do modelo educacional militar.

“Esses estudantes são diferenciados. Fazem parte de um modelo que prima pelo conhecimento, disciplina e responsabilidade. O compromisso que cada um deles assume traduz o esforço do Governo de Mato Grosso em ofertar uma educação de qualidade e preparar jovens capazes de participar ativamente da sociedade”, concluiu.

Leia Também:  Santo Antônio de Leverger está entre os primeiros municípios a adotar referencial de integridade em MT

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças

Publicados

em

A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.

Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.

Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.

Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.

Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.

Leia Também:  Santo Antônio de Leverger está entre os primeiros municípios a adotar referencial de integridade em MT

“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.

A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.

Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.

Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.

“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.

O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.

Leia Também:  Secel abre inscrições para aulas e consultorias de marketing digital para negócios criativos

Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.

É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.

A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.

E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.

Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.

E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA