MATO GROSSO
Arena Pantanal recebe partida entre Cuiabá e Atlético MG neste sábado (27)
Para os torcedores do Dourado estão liberados os setores sul, leste e oeste inferiores, com ingressos a partir de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). O setor norte superior ficará disponível à torcida visitante.
A venda dos ingressos está sendo feita pelo aplicativo e site da Facepass, uma plataforma que permite cadastrar a face do torcedor, já que o acesso aos jogos do Cuiabá depende de reconhecimento facial.
Em 2024, estão ainda previstas outras 18 partidas com mando de campo do Cuiabá na Arena Pantanal. O número inclui o embate entre Cuiabá e Vitória, válido pela segunda rodada do Brasileirão, que foi adiado e ainda não tem data definida de remarcação.
Com dois jogos disputados, o Cuiabá segue sem pontos e está na 20ª posição no Campeonato Brasileiro. Os primeiros duelos foram realizados fora de casa, enfrentando o Athlético Paranaense e o Grêmio. No domingo (05.05), às 17h30, na Arena Pantanal, a equipe encara o Palmeiras, que é o atual campeão brasileiro.
O time cuiabano recentemente conquistou o tetracampeonato estadual e compete, atualmente, na Copa Verde e Copa Sulamericana, além do Brasileirão. O clube ainda volta a jogar a terceira fase da Copa do Brasil na próxima quinta-feira (02.05).
“Parabenizamos demais o Cuiabá pelo quarto ano na séria A do Brasileirão. Neste ano, com esse desafio de estar presente em várias competições ao mesmo tempo, sabemos que não é uma tarefa fácil. O Governo do Estado continua na torcida e apoiando o clube, e claro, trabalhando bastante para manter e aperfeiçoar a Arena Pantanal para que tenhamos um palco que ajude o time a continuar brilhando”, afirma o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves.
Além de reparos e manutenções contínuas na infraestrutura, a Arena Pantanal recebe aperfeiçoamentos ao longo dos anos, como implantação de sistema integrado de videomonitoramento, reformas, troca de capacitores dos refletores, dentre outros.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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