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Secretaria de Agricultura promove Dia de Campo na URT do Leite

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, com apoio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (EMPAER-MT), realiza no próximo sábado (14), a partir das 7h30, o Dia de Campo e visita técnica à Unidade de Referência Técnica (URT) do Leite, no Assentamento 21 de Abril, zona rural de Cuiabá.

A ação é uma parceria entre o programa REM e o programa Agro da Gente, que integra o ‘Pra Frente Cuiabá’, uma iniciativa da gestão Emanuel Pinheiro que visa o fortalecimento da economia e a geração de emprego e renda.

O sítio Nossa Senhora Aparecida, onde está sendo desenvolvido o projeto-piloto da URT do Leite, pertence ao senhor Sérgio e à dona Rosinei, pequenos produtores de queijo e requeijão na região rural do município.  A programação do Dia de Campo contará com diversas palestras ministradas por coordenadores e especialistas da EMPAER-MT e da Secretaria de Agricultura Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

“Durante o Dia de Campo serão apresentados os workshops para demonstrar todas as evoluções que ocorreram no projeto da URT Leite. O nosso objetivo é garantir que esse espaço seja uma referência, desde o ordenamento na produção do leite, com o manejo adequado, pasto adequado, passando pelo processo da sustentabilidade e do processamento, para estimular outros produtores e potencializar a região”, disse o secretário Francisco Vuolo.

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Confira a programação completa:

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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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