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Projeto apoiado por Baixinha Giraldelli prevê melhorias para o Terminal Atacadista de Cuiabá

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Rogério Santos – Assessoria vereadora Baixinha Giraldelli

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) participou nesse sábado (6) da cerimônia de assinatura da parceria entre a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a  Associação dos Permissionários do Terminal Atacadista de Cuiabá (Apetac). O projeto visa fortalecer a produção local e beneficiar pequenos produtores e a economia regional.
O evento contou com a presença do  vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Piveta;  deputado federal Coronel Assis; deputado estadual Eduardo Botelho; prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini; dos vereadores Samanta Íris e Dilemario Alencar, e do presidente da Empaer, Suelme Fernandes. 
Baixinha Giraldelli foi lembrada por sua atuação em defesa de um espaço adequado para a comercialização e distribuição de produtos da agricultura familiar. A parlamentar descreveu sua história e pontuou que a parceria firmada entre Empaer e Apetac representa um avanço significativo para os produtores, permissionários e a comunidade que depende do terminal atacadista de Cuiabá.
“Sei a dificuldade que foi sair da beira do rio para o Mercado do Porto, outra para o Verdão, 20 anos no Verdão.  Construímos com nosso recurso. Passamos por muitas lutas para chegarmos aqui. Hoje, tenho muito orgulho deste povo que nunca desistiu de  ter um local de trabalho com dignidade. Essa é mais uma conquista que a Apetac traz para todos. Minha luta não para aqui. A minha missão sempre será garantir o melhor para meu povo. Uma etapa vencida”, disse a vereadora.
O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou a importância de realizar ações que irão beneficiar as futuras gerações. “Minha querida Baixinha, nós ajudamos a escrever esse breve tempo da história de Mato Grosso, que para nós parece bastante, mas para a vida de um povo não é nada. Somos apenas mais uma geração, geração que está passando por aqui. E a nossa obrigação como cristão, cidadão e brasileiro é cumprir o nosso dever cívico. É cumprir o nosso dever de cristão. Fazendo bem, sem olhar a quem, cuidando da coisa pública como se fosse, e ela é nossa, a coisa pública”, disse Pivetta.
O evento também teve apresentações culturais e a assinatura oficial do termo de parceria, reforçando o valor da cultura mato-grossense.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Doação de órgãos realizada no HMC beneficia pacientes de quatro estados

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Em meio à dor de uma despedida, um gesto de solidariedade pode significar o recomeço para outras famílias. Foi com esse sentimento que o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), administrado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), realizou, na manhã desta quarta-feira (2), a captação de múltiplos órgãos e tecidos de um paciente de 51 anos, vítima de traumatismo craniano após uma queda de aproximadamente 1,5 metro.

Antes do início do procedimento, profissionais do hospital realizaram o tradicional corredor da honra, também conhecido como corredor de aplausos. O momento foi marcado por respeito e emoção em homenagem ao doador e à família, que, mesmo diante de uma perda irreparável, autorizou a doação dos órgãos.

A captação teve início às 10h50 e mobilizou mais de 50 profissionais, entre equipes do próprio HMC e especialistas que vieram de Campo Grande (MS) para participar do procedimento.

Foram captados fígado, dois rins e córneas. O fígado foi destinado a Mato Grosso do Sul. O rim direito seguirá para o Rio Grande do Sul, enquanto o rim esquerdo será encaminhado para Pernambuco. As córneas foram captadas para implante local.

A ação representa a possibilidade de salvar quatro vidas e ainda beneficiar pacientes que aguardam por transplante de córnea.

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Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a doação representa um gesto de extrema generosidade em um momento de profunda dor para a família.

“É uma perda irreversível para a família, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de ajudar outras vidas. A nossa gratidão a esses familiares é imensa. Neste Setembro Verde, precisamos reforçar a importância de conversar sobre a doação de órgãos dentro de casa, com nossos parentes, para que, se uma tragédia vier a acontecer, essa possibilidade seja analisada com carinho e sensibilidade. Existe uma longa fila de pessoas esperando por um transplante, e hoje essa família está ajudando a mudar a história de outras pessoas.”

A captação realizada no HMC ocorre justamente no mês em que são ampliadas as ações de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. O Setembro Verde busca estimular o diálogo sobre o tema e mostrar à população que uma única decisão pode representar uma nova oportunidade para várias pessoas.

A diretora-geral de Saúde Pública, Kelluby Oliveira, destacou que a captação é resultado de uma grande mobilização das equipes e reforçou o significado do corredor da honra como uma forma de reconhecer a família e o doador.

“Hoje mais de 50 profissionais se mobilizaram para que essa doação pudesse acontecer. O corredor da honra é um momento de respeito, gratidão e reconhecimento. É a nossa forma de homenagear esse paciente e, principalmente, essa família, que, em meio à dor, possibilitou que outras pessoas tivessem uma nova chance.”

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A captação desta quarta-feira reforça que, mesmo diante de uma despedida marcada pela dor, a solidariedade pode permanecer como legado. Para quatro pessoas que aguardam por um transplante, a decisão de uma família significará uma nova oportunidade de vida.

O médico Eduardo Andraus, responsável técnico do HMC, explicou que a doação só ocorre após protocolos rigorosos que confirmam a morte encefálica.

“A morte encefálica é uma condição irreversível, diagnosticada por protocolos muito rígidos que comprovam que o cérebro deixou de funcionar. Mesmo que o coração continue batendo por um período, a pessoa já faleceu. A confirmação é feita de maneira criteriosa e segura, permitindo que, quando a família autoriza a doação, os órgãos sejam preservados e encaminhados para pacientes que aguardam por um transplante.”

No Brasil, a autorização da família é fundamental para que a doação de órgãos de um potencial doador falecido possa ocorrer. Por isso, além de ter o desejo de ser doador, é importante conversar com os familiares e deixar clara essa vontade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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