AGRONEGÓCIO

Revista Pensar Agro e o livro “O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro” já estão disponíveis

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A revista digital “Pensar Agro – Do campo à cidade” e o livro “O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro” já estão disponíveis gratuitamente ao público.

Publicados com o apoio do Instituto Mato-grossense das Entidades de Agronomia, Geologia e Engenharia (Imeage) e do sistema Confea/Crea-MT/Mutua-MT, as publicações estão disponíveis gratuitamente na versão on line, bastando clicar aqui e aqui.

Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) e do Instituto do Agronegócio (IA), explica que a revista é uma edição mensal que busca oferecer aos leitores as notícias mais relevantes do agronegócio.

A publicação vai apresentar reportagens atualizadas e debater temas que são frequentemente abordados em diferentes plataformas de comunicação do setor, como o portal Pensar Agro, podcasts e programas televisivos.

O livro, escrito pelo próprio Rezende, é um estudo detalhado sobre a evolução do agronegócio brasileiro desde a época do descobrimento até a contemporaneidade. O autor dá destaque aos últimos 50 anos, período que testemunhou uma revolução tecnológica no campo e a valorosa contribuição dos profissionais das áreas técnicas, como engenharia, agronomia e geociências.

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Além de revisitar a história do agronegócio, a obra “O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro” também discute os desafios atuais e as perspectivas futuras do setor, enfatizando a necessidade de diálogo e parceria entre as esferas pública e privada para garantir o desenvolvimento sustentável do agronegócio no Brasil.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Fiscalização do Mapa identifica fábrica irregular de ração animal em Santa Catarina

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou, durante fiscalização em Blumenau (SC), uma fábrica que produzia e comercializava produtos destinados à alimentação animal sem registro no órgão federal. A ação foi realizada após o recebimento de uma denúncia.

Durante a fiscalização, a equipe constatou que o estabelecimento possuía estrutura para produção, armazenamento, mistura, pesagem, ensacamento e comercialização de produtos destinados à alimentação animal. No local, foram encontrados misturadores, silos, transportadores de ingredientes, balanças e máquinas para fechamento de embalagens, além de matérias-primas e produtos destinados a diferentes espécies.

Também foram identificadas irregularidades nas condições de funcionamento do estabelecimento, como ausência de registro no Mapa, falhas de higiene, acúmulo de poeira e resíduos em equipamentos, presença de insetos e teias de aranha, circulação de animais nas áreas de armazenamento e deficiência no controle de pragas.

A fiscalização constatou ainda problemas relacionados à rastreabilidade e à identificação de produtos e lotes, além de condições inadequadas para o armazenamento de matérias-primas e produtos acabados.

As condições encontradas podem comprometer a qualidade e a segurança dos produtos destinados à alimentação animal. A presença de pragas, sujeira e outros agentes externos pode favorecer a contaminação por microrganismos. Já a ausência de mecanismos adequados de rastreabilidade dificulta a identificação da origem dos insumos e a adoção de medidas de controle em caso de problemas sanitários ou necessidade de recolhimento de produtos.

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A fabricação de produtos destinados à alimentação animal deve atender a requisitos de registro, boas práticas de fabricação, controle de qualidade e rastreabilidade, estabelecidos pela legislação.

Diante das irregularidades constatadas, o Mapa adotou as medidas administrativas previstas na legislação, conforme as normas aplicáveis à fabricação e à comercialização de produtos destinados à alimentação animal.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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