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Paranaguá sedia a 7ª edição das Caravanas da Inovação Portuária

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A 7ª edição da Caravana de Inovação Portuária, projeto do Ministério de Portos e Aeroportos em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), será realizada nos próximos dias 5 e 6 de maio no Porto de Paranaguá (PR). A iniciativa abre espaço para a cultura da transformação nos portos e fortalece o diálogo entre o setor público, a iniciativa privada e a academia.

Nesta edição, a programação tem como prioridade estimular o desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência, sustentabilidade e competitividade do setor portuário. O evento contará com a presença de gestores públicos, especialistas, representantes do setor produtivo, startups locais e a comunidade portuária para debater os avanços e desafios da inovação no setor.

O diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação do Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, explica que as Caravanas da Inovação Portuária têm o papel de conectar atores estratégicos e debater reflexões sobre a inovação como vetor fundamental para tornar o setor mais eficiente, sustentável e competitivo. “Levar essa iniciativa a Paranaguá reforça nosso compromisso com a pauta dos portos brasileiros e com o fortalecimento de um ecossistema cada vez mais integrado”, afirmou.

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Modernização do setor
As caravanas da inovação surgiram do Programa Navegue Simples, que é executado por meio de ciclos de atuação, com foco na modernização e melhoria contínua dos processos relacionados ao setor portuário. As ações do programa envolvem diagnóstico de processos, priorização de temas estratégicos, instituição de Grupos de Trabalho temáticos, implementação de medidas de simplificação e acompanhamento dos resultados.

A programação tem início na terça-feira (5), com recepção na Portos do Paraná, seguida de visitas técnicas às instalações portuárias e apresentações institucionais e de investimentos. Esta etapa será restrita a convidados e voltada à troca de experiências e ao aprofundamento técnico sobre o setor.

Já na quarta-feira (6), o evento será aberto ao público e contará com palestras, painéis temáticos e pitches de startups, promovendo a conexão entre diferentes atores do ecossistema de inovação.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas previamente pelo link: https://bit.ly/410bk4d

Mais informações sobre a agenda e demais conteúdos das Caravanas da Inovação Portuária estão disponíveis na página oficial: https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/transporte-aquaviario/caravanas-da-inovacao

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Serviço
O quê: 7ª Caravana de Inovação Portuária – Edição Paranaguá/PR
Quando: 5 de maio e 6 de maio de 2026 – A partir das 8h30
Local: Auditório do Instituto Superior do Litoral do Paraná (Isulpar)
Endereço: Av. Coronel José Lobo, 711, esquina com R. João Eugênio, 534 – Costeira, Paranaguá (PR).

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência

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A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026

A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782. 

No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas. 

A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios. 

Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso. 

Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade. 

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Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”. 

Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações. 

A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais. 

A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade. 

“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”. 

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Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência. 

A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção. 

No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades. 

A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão. 

Multimídia

 Assista ao vídeo:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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