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Resultado de seleção para psicólogo em Peixoto de Azevedo é divulgado

A Comarca de Peixoto de Azevedo tornou público o resultado do processo seletivo para credenciamento de profissionais da área de Psicologia, com a divulgação das inscrições deferidas, indeferidas e da classificação preliminar dos candidatos.

O edital nº 03/2026, assinado pelo juiz de Direito e diretor do foro, Guilherme Leite Roriz, apresenta a análise das inscrições realizadas no processo seletivo destinado à formação de cadastro de reserva para atuação como psicólogo.

De acordo com o documento, seis pessoas se inscreveram. Três candidatas tiveram as inscrições deferidas e foram habilitadas para as próximas etapas: Rayany Carneiro Nascimento, Silvia Silva Lima e Vanice Marx dos Santos. Outras três inscrições foram indeferidas por ausência de documentação exigida ou irregularidades nos documentos apresentados.

Entre os motivos de indeferimento estão a falta de documentos pessoais obrigatórios, como identidade e CPF, além da ausência de assinaturas em declarações exigidas pelo edital.

O edital também apresenta o resultado preliminar com a pontuação das candidatas habilitadas. Rayany Carneiro Nascimento obteve a maior pontuação, seguida por Silvia Silva Lima e Vanice Marx dos Santos. A classificação considera critérios como experiência profissional e formação acadêmica.

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O processo seletivo prevê ainda a possibilidade de interposição de recursos no prazo de dois dias após a publicação do resultado, que serão analisados pela comissão responsável.

Os profissionais credenciados atuarão de forma autônoma, sem vínculo empregatício, e serão convocados conforme a necessidade da comarca.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última quarta-feira (25 de março), nas páginas 12 e 36.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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