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Polícia Civil apreende menor apontado como segundo envolvido em morte de motorista de aplicativo em Rondonópolis

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Um adolescente que teve o envolvimento na morte do motorista de aplicativo, de 48 anos, em Rondonópolis, foi apreendido pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (19.2), com a deflagração da Operação Fim de Linha.

O menor de 16 anos estava com o mandado de busca e apreensão decretado pela Vara Especializada da Infância e Juventude de Rondonópolis com base nas investigações conduzidas pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município.

Ao perceber a chegada da equipe policial à residência, o adolescente tentou escapar pulando pela janela do segundo andar, obrigando os agentes a percorrer vários quarteirões até efetivar a sua captura.

No momento em que foi apreendido, o menor não estava com o aparelho celular, que foi localizado posteriormente pelos policiais, jogado em cima de uma laje.

No quarto do adolescente foi encontrado um simulacro de arma de fogo, além das roupas utilizadas no crime. Após ter a ordem judicial cumprida, o menor foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.

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Outro suspeito, de 27 anos, já havia sido preso pela Polícia Civil na semana passada. Ele confessou o envolvimento na morte do motorista de aplicativo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, João Paulo Praisner, embora o inquérito policial tenha sido inicialmente instaurado para apurar crime de homicídio, no decorrer das investigações ficou evidenciado tratar-se de crime patrimonial, configurando roubo seguido de morte (latrocínio), cuja pena prevista é de 20 a 30 anos de reclusão.

Crime e investigações

As investigações iniciaram no dia 5 de fevereiro quando a Polícia Civil foi acionada sobre o desaparecimento da vítima, que trabalhava como motorista de aplicativo e não havia retornado para sua residência.

No dia seguinte, o veículo da vítima foi localizado abandonado nas proximidades do Bairro Celina Bezerra. Durante análise preliminar, foi constatado que os cintos de segurança do automóvel haviam sido cortados e os documentos da vítima queimados no interior do automóvel.

Em continuidade às diligências, o corpo foi localizado pouco depois em uma região de mata da cidade. Após trabalho investigativo, a equipe da DHPP Rondonópolis identificou um dos autores do crime, efetivando sua prisão no dia 11 de fevereiro.

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Em interrogatório, o investigado confessou a participação no homicídio, alegando que ele e um outro suspeito de envolvimento no crime (o menor de idade) tinham intenção de praticar um roubo.

A dupla anunciou o assalto utilizando um simulacro de arma de fogo e uma faca, ocasião em que a vítima tentou reagir e acabou sofrendo um golpe no pescoço da (‘gravata’), levando-a perder a consciência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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