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Força Tática impede roubo à residência e apreende criminosos em Primavera do Leste

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Policiais militares da Força Tática frustraram um roubo a uma residência e libertaram duas vítimas que eram mantidas em cárcere privado, na noite desta segunda-feira (21.02), em Primavera do Leste. Na ação, os policiais apreenderam dois adolescentes, de 16 e 17 anos, e uma arma de fogo utilizada pelos criminosos.

Por volta de 23h, a equipe da Força Tática em patrulhamento pelo bairro Parque Eldorado foi informada sobre um roubo, onde quatro homens teriam invadido uma residência na região. Imediatamente, os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram os quatro suspeitos saindo da casa, momento em que três deles retornaram ao local enquanto um foragiu pela região de mata.

A equipe adentrou a residência e encontrou os criminosos em um dos cômodos da casa, momento em que foi dada ordem para os suspeitos largarem suas armas. Os suspeitos desobedeceram a ordem e efetuaram disparos de arma de fogo em direção aos policiais, ação que foi revidada pela equipe, onde dois suspeitos foram atingidos, enquanto o terceiro homem fugiu pelo muro da residência.

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Os suspeitos baleados foram socorridos pela equipe policial e encaminhados para uma Unidade de Pronto Atendimento da cidade. Ainda em busca pelo imóvel, os policiais localizaram as duas vítimas, um homem e uma mulher, que estavam trancadas em um dos quartos, mantidas em cárcere privado durante o roubo.

Diante dos fatos, a equipe se deslocou para a Delegacia de Primavera do Leste, para registro da ocorrência e demais providências. A arma de fogo, calibre .45, utilizada pelos suspeitos do crime, foi apreendida.

Disque-Denúncia 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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