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Abertas incrições para curso sobre “Comunicação Social, Judiciário e Diversidade Étnico-Racial”

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Estão abertas as inscrições para o curso autoinstrucional “Comunicação Social, Judiciário e Diversidade Étnico-Racial”, disponibilizado pela Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A capacitação tem carga horária de 20 horas e será realizada entre 19 de novembro a 12 de dezembro de 2025, no formato EaD 100% on-line, com acesso liberado 24 horas por dia, permitindo que cada participante estude em seu próprio ritmo.

Durante todo o período do curso, o conteúdo ficará disponível na plataforma Moodle da Escola dos Servidores.

O público inclui servidores(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso, além de estagiários(as), terceirizados(as), credenciados(as) e contratados(as), conforme disposto no Provimento n. 14/2014-CM.

Para participar, é necessário possuir cadastro ativo na Escola Virtual do TJMT: https://escolavirtual.tjmt.jus.br/

Quem já está inscrito na plataforma pode realizar inscrição diretamente pelo link do curso: https://escolavirtual.tjmt.jus.br/login/index.php

Interessados que ainda não possuem cadastro devem fazer a solicitação pelo e-mail [email protected] .

Inscreva-se: https://escolavirtual.tjmt.jus.br/course/view.php?id=1018

Outras informações: (65) 3617-3227

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Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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