MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Outubro Rosa no MPMT destaca prevenção e valorização da vida
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, nesta sexta-feira (17), às 15h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, o evento “Outubro Rosa no Ministério Público – Laços de Prevenção”, dedicado à conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer de mama. A programação será híbrida, com transmissão pela plataforma Teams.A iniciativa é organizada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena e integra o calendário institucional de ações voltadas à promoção da saúde física, mental e emocional dos membros e servidores do Ministério Público.A abertura contará com a participação da coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Souza Maia, da subprocuradora-geral de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, e da professora doutora Gresiela Ramos de Carvalho Souza, diretora social do MT Mama. A convidada especial do evento será a médica oncologista Carla Tyene Nakata, que ministrará a palestra “Prevenção e Combate ao Câncer de Mama”. Além de destacar a importância do diagnóstico precoce, o encontro abordará práticas de autocuidado e hábitos de vida saudáveis que contribuem para a prevenção da doença. “Este é um convite à reflexão e ao cuidado. A prevenção começa com informação, atenção e atitude. Que este encontro nos inspire a olhar com mais carinho para nossa saúde”, destaca Gileade Souza Maia. O Outubro Rosa é um movimento internacional criado para fortalecer a conscientização sobre o câncer de mama e incentivar as mulheres a realizarem exames regulares e a cuidarem da própria saúde. Com essa ação, o MPMT reafirma seu compromisso institucional com a promoção da saúde, o bem-estar e a valorização da vida.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Julgamento de réu que matou ex queimada será no dia 26 de maio
Djavanderson de Oliveira de Araújo, acusado de atear fogo e matar a ex-namorada Juliana Valdivino da Silva em setembro de 2024, será julgado pelo Tribunal do Júri de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá) na próxima terça-feira (26). O julgamento está marcado para 8h, no Fórum da comarca. Participa do júri a promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonca Siscar, da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Paranatinga.Inicialmente, a sessão estava agendada para dia 21 de maio. Contudo, a pedido da defesa do réu, foi redesignada. Na decisão, o juízo acolheu o parecer ministerial para que o julgamento fosse reagendado para a próxima semana. De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após uma discussão com a vítima, o acusado jogou álcool (etanol) sobre o corpo de Juliana e ateou fogo. Os dois sofreram queimaduras graves. A vítima teve lesões de 2º e 3º grau em cerca de 90% do corpo, foi transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e permaneceu internada em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois.“O delito foi praticado contra mulher por razões da condição de sexo feminino, envolvendo violência doméstica e familiar, uma vez que o casal conviveu maritalmente por aproximadamente três anos, mas há três meses estavam separados”, destacou o MPMT. Segundo a investigação, Juliana residia no alojamento do frigorífico onde trabalhava e, no dia do crime, foi até a antiga residência do casal para buscar pertences pessoais. Na ocasião, acabou sendo impedida de sair pelo denunciado, sob o pretexto de que ele desejava conversar. Temendo por sua segurança, a vítima enviou mensagens à mãe com o endereço e um pedido de socorro, conseguindo deixar o local apenas após a intervenção da genitora.Horas depois, o acusado teria premeditado o crime. Ele foi até um posto de combustível da cidade, onde adquiriu etanol, e, no período da noite, utilizou-se de um ardil para atrair novamente a vítima, alegando ter se envolvido em um acidente e precisar de ajuda. Sensibilizada, Juliana retornou ao local. Após nova discussão, o acusado lançou o combustível sobre ela e ateou fogo, agindo de forma a impedir qualquer possibilidade de defesa, motivado pela inconformidade com o término do relacionamento.Além do feminicídio, Djavanderson também foi denunciado por perseguição e violência psicológica. Conforme o Ministério Público, ele monitorava a vítima por meio da clonagem do celular, acessando suas comunicações e localização, além de exercer controle emocional com ameaças de suicídio e restrição de sua liberdade, inclusive impedindo-a temporariamente de sair de casa no dia dos fatos.O réu está preso preventivamente desde setembro de 2024, no Centro de Custódia de Cuiabá.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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