POLÍTICA MT

Fiemt entrega Agenda Legislativa 2026 à ALMT e reforça diálogo com deputados

A Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) lançou, nesta quarta-feira (20), durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Agenda Legislativa da Indústria 2026, documento estratégico que reúne as prioridades do setor industrial e o posicionamento sobre projetos em tramitação no Parlamento.

O evento contou com a exibição de um vídeo institucional e recebeu apoio dos deputados, que receberam a comitiva em Plenário liderada pelo presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel.

A Agenda Legislativa reúne propostas, análises e posicionamentos da indústria em relação a projetos de lei em tramitação e segue o modelo da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Para a elaboração da agenda, a Fiemt analisou mais de 600 projetos em tramitação na ALMT somente em 2025. O documento também apresenta dados atualizados da indústria em Mato Grosso, setor responsável por 13,5% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, com cerca de 16,5 mil estabelecimentos e quase 198 mil trabalhadores formais.

Rangel destacou que o documento nasce do diálogo permanente entre a indústria e os deputados.

“A agenda legislativa da indústria nasce exatamente desse espírito de diálogo e construção conjunta. O objetivo é acompanhar, analisar e priorizar projetos de lei que impactam diretamente o setor produtivo e o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirmou.

Silvio Rangel também ressaltou que a edição de 2026 reúne 30 projetos prioritários e lembrou que, entre as propostas acompanhadas pela entidade no ano passado, cinco foram sancionadas e nenhum projeto considerado prejudicial ao setor foi aprovado.

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Foto: Hideraldo Costa/ALMT

“Isso demonstra maturidade institucional, diálogo responsável e respeito entre os poderes e o setor produtivo”, disse.

Outro destaque apresentado pelo presidente da Fiemt foi a modernização do processo de acompanhamento legislativo.

“Hoje o sistema da Fiemt já se tornou referência para outras federações do país. Esta também é a única agenda legislativa do Brasil que apresenta sugestões de projetos aos deputados estaduais”, ressaltou.

O presidente da Casa de Leis, deputado Max Russi (Podemos), reforçou a importância da parceria entre o Parlamento e o setor industrial para o desenvolvimento do estado. Também destacou a necessidade de investimentos em infraestrutura energética para garantir a expansão industrial nos municípios mato-grossenses.

“O fornecimento de energia ainda é um desafio para muitos municípios e precisamos avançar nessa pauta para garantir condições de crescimento à indústria”, afirmou Russi.

O deputado Carlos Avallone destacou a importância da agenda como ferramenta de orientação aos parlamentares.

“A Agenda Legislativa da Indústria ajuda os deputados a compreenderem as prioridades e necessidades do setor produtivo, fortalecendo o diálogo entre a Assembleia e a indústria”, afirmou.

Já o deputado Dr. João (MDB) ressaltou projetos voltados à segurança jurídica e à valorização das empresas que atuam de forma regular.

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“São propostas importantes para proteger o consumidor, garantir segurança jurídica e fortalecer as empresas sérias que geram emprego e respeitam a legislação”, disse Dr. João.

Presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da ALMT, o deputado Chico Guarnieri afirmou que Mato Grosso vive um momento de fortalecimento industrial.

“O estado já possui mais de 16 mil indústrias e mais de 200 mil empregos diretos. Precisamos continuar criando políticas públicas para consolidar Mato Grosso como um estado cada vez mais industrializado”, destacou.

O deputado Diego Guimarães (Republicanos) defendeu o avanço da agroindustrialização como caminho para ampliar a geração de empregos e renda.

“Agregar valor ao que produzimos só acontecerá por meio da industrialização. Esta Casa tem aprovado medidas importantes para reduzir burocracia e aumentar a competitividade”, afirmou.

O deputado Wilson Santos (PSD) destacou o papel estratégico da indústria na geração de empregos qualificados e no desenvolvimento econômico.

“Quem agrega valor à produção e paga melhores salários é a indústria. Mato Grosso precisa avançar cada vez mais na industrialização para ampliar sua participação no PIB nacional”, avaliou.

O deputado Sebastião Rezende (União) defendeu a diversificação das atividades industriais e o fortalecimento de cadeias produtivas regionais.

“A participação da Fiemt é fundamental para incentivar novas atividades econômicas e ampliar a industrialização nos municípios”, afirmou.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Wellington aparece com 27%, Pivetta sobe para 20% e Jayme tem 14% em cenário embolado ao governo de Mato Grosso

Levantamento aponta aproximação de Otaviano Pivetta sobre Wellington Fagundes, crescimento do grupo governista e menor rejeição do vice-governador entre os principais nomes da disputa ao Paiaguás

A nova pesquisa divulgada pelo instituto MT Dados nesta quarta-feira (20) revela um cenário de disputa acirrada e ainda indefinida para o Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. O levantamento mostra o senador Wellington Fagundes (PL) na liderança com 27% das intenções de voto, seguido pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que aparece com 20%, enquanto o senador Jayme Campos (União Brasil) soma 14%.

A médica Natasha Slhessarenko (PSD) surge na quarta colocação, com 7% das intenções de voto. Os votos brancos e nulos representam 7%, enquanto 25% dos entrevistados afirmaram estar indecisos, demonstrando que a corrida ao Palácio Paiaguás segue aberta e com espaço para mudanças até o período eleitoral.

O dado que mais chamou atenção no levantamento foi o crescimento político de Otaviano Pivetta, que reduziu significativamente a distância para Wellington Fagundes e abriu vantagem sobre Jayme Campos.

Nos bastidores políticos, aliados avaliam que o vice-governador começa a consolidar o apoio do grupo ligado ao governador Mauro Mendes, fortalecendo seu projeto de sucessão estadual.

Em um segundo cenário, sem a participação de Natasha Slhessarenko, Wellington Fagundes sobe para 29%, enquanto Pivetta alcança 21% e Jayme Campos aparece com 15%. Já no terceiro cenário, sem Jayme Campos na disputa, Wellington vai a 31%, Pivetta registra 24% e Natasha aparece com 8%.

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Outro fator considerado estratégico pela classe política é o índice de rejeição. Segundo a pesquisa, Otaviano Pivetta possui a menor rejeição entre os principais postulantes ao Paiaguás, com apenas 10%. Wellington Fagundes aparece com 13% de rejeição, Natasha Slhessarenko registra 16% e Jayme Campos lidera negativamente neste quesito, com 21%.

Analistas políticos avaliam que a baixa rejeição pode se tornar um dos principais ativos de Pivetta ao longo da pré-campanha, principalmente em um cenário onde alianças partidárias e apoio do setor produtivo devem influenciar diretamente a consolidação das candidaturas.

A pesquisa MT Dados foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-03773/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 17 de maio, com 1.500 entrevistas presenciais em Mato Grosso. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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