TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedor do TJMT recebe comitiva de Tapurah e ouve demandas da comarca

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O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador José Luiz Leite Lindote, recebeu na tarde desta terça-feira (5 de agosto) uma comitiva da comarca de Tapurah, que apresentou demandas relacionadas à estrutura do Judiciário na região. A principal solicitação foi a instalação de uma nova vara judicial.

A comitiva foi composta por representantes do Poder Executivo e da advocacia, e contou com a presença do vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta, e da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso. Também participaram o prefeito de Tapurah, Álvaro Galvan, a presidente da OAB dos municípios de Lucas do Rio Verde, Tapurah e Itanhangá, Danusa Oneda, e diversos advogados da região.

Durante o encontro, os participantes destacaram a importância de ampliar a estrutura da comarca para garantir maior celeridade na tramitação dos processos e melhor atendimento à população. O corregedor agradeceu a visita e se comprometeu a analisar a viabilidade da solicitação.

“É fundamental ouvir diretamente as lideranças locais e compreender a realidade vivida pelas comarcas do interior. A Corregedoria está aberta ao diálogo e comprometida com o fortalecimento da Justiça em todo o Estado”, afirmou o desembargador José Luiz Leite Lindote.

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Ao final da reunião, os representantes agradeceram pela receptividade e pela atenção dispensada pelo corregedor.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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