TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Conciliadores esclarecem dúvidas sobre automação de sistemas e inserção de dados

Cerca de 100 gestores judiciários e conciliadores receberam informações sobre a nova funcionalidade do programa Gestão de Pessoas sem Vínculo Empregatício (GPSem) e a integração ao Processo Judicial Eletrônico (PJe). O treinamento ocorreu virtualmente e foi promovido pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT), por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje).
 
A diretora do Daje, Karine Márcia Lozich Dias, explicou que o GPSem foi criado para gerir as atividades dos credenciados que atuam no Poder Judiciário de Mato Grosso. A inovação trouxe uma nova forma de inserção de dados referentes à produtividade dos credenciados, e o encontro virtual serviu para esclarecer dúvidas e orientar sobre a integração dos sistemas GPSem e PJe.
 
“A Corregedoria solicitou ao departamento de Tecnologia da Informação essa automação e integração. Isso significa que estamos importando toda a produtividade lançada pelos conciliadores no GPSem para o PJE, otimizando o trabalho e reduzindo o tempo investido nessa tarefa. No entanto, é necessário que todos estejam alinhados com essa novidade”, disse.
 
Atualmente, o Poder Judiciário conta com cerca de 280 conciliadores, metade deles atuando nos Juizados Especiais. Durante o treinamento, foram abordados os códigos corretos para a inserção das audiências e demais informações que comprovem a produtividade de cada um.
 
“Como em todo início de projeto, há situações pontuais que precisam ser ajustadas. Portanto, neste mês, ainda é possível que os conciliadores continuem inserindo manualmente a sua produtividade, mas, em breve, isso será feito de maneira automática. É necessário que todos saibam a maneira correta de lançar as informações para que possam comprovar o trabalho e ser remunerados”, acrescentou a diretora.
 
Em caso de dúvidas quanto aos novos procedimentos, o Departamento de Apoio aos Juizados Especiais mantém um número para contato: (65) 99310-6636.
 
#Paratodosverem: Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto 1: Imagem colorida horizontal. Print de tela do aplicativo Teams durante a reunião que tirou dúvidas dos conciliadores. Na imagem, diversas pessoas aparecem dividindo a tela.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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